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POLÍTICA

Bolsonaro define 15 ministérios de seu governo; veja o que será mantido ou fundido

 

 

A gestão das universidades sai do Ministério da Educação e irá para Ciência e Tecnologia, cujo titular já foi definido: o astronauta Marcos Pontes.

Educação, Cultura e Esportes serão fundidos em um só ministério.

Turismo e Cidades serão fundidos dentro da Integração Nacional.

O Ministério dos Direitos Humanos será incorporado pelo Desenvolvimento Social.

Além disso, já haviam sido anunciadas as fusões entre Economia, Planejamento e Indústria e Comércio Exterior, bem como entre Agricultura e Meio Ambiente

Confira o que deve ser mantido ou fundido:

1) Casa Civil (assume funções da Secretaria de Governo)

2) Economia (reúne Fazenda, Planejamento e Indústria, Comércio Exterior)

3) Defesa

4) Saúde

5) Ciência e Tecnologia (passa a gerir ensino superior)

6) Educação, Esportes e Cultura (fundidos em um só ministério)

7) Trabalho

8) Minas e Energia

9) Justiça e Segurança

10) Integração Nacional ( com Cidades e Turismo)

11) Infraestrutura (inclui Transportes)

12) Gabinete de Segurança Institucional

13) Desenvolvimento Social (incorpora Direitos Humanos)

14) Relações Exteriores

15) Agricultura e Meio Ambiente 

João Azevêdo afirma que anuncia secretariado completo até o fim de novembro

O governador eleito da Paraíba, João Azevêdo (PSB), estabeleceu um prazo, nesta quarta-feira (31), para o anúncio do seu quadro de secretários para a gestão governamental. O socialista destacou que até o fim do mês de novembro os nomes responsáveis por cada pasta devem ser divulgados.

A princípio, a prioridade de João é a permanência de nomes que fazem parte do “eixo central” da gestão do governador Ricardo Coutinho, no entanto, alguns secretários devem sair por escolha própria em decorrência de projetos pessoais, ou outros por remanejamento para outros setores do Governo do Estado.

Quem pode ficar

De acordo com fontes ligadas ao Palácio da Redenção, quatro nomes já estão confirmados para seguir nas secretarias de Estado: Luís Tôrres, Gilberto Carneiro, Livânia Farias e Waldson Sousa.

secretário de Segurança Cláudio Lima é um dos nomes indecisos, mas com quem João espera contar.

Comissão Pro construção HU do Sertão comemora emenda de R$ 25 milhões para o Hospital Universitário do Sertão.

A proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) prevê um total R$ 161 milhões de emendas impositivas para a bancada paraibana, que na noite desta terça-feira (30) se reuniu em Brasília e definiu que R$ 25 milhões serão destinados para o Hospital Universitário do Sertão localizado em Cajazeiras.

“Com este recurso a EBSERH já tem condições de licitar a 1ª etapa da construção do hospital ainda no primeiro semestre do próximo ano. Uma grande vitória de todos e fruto de uma ampla articulação da sociedade civil organizada e classe política sertaneja,” disse o diretor do Campus da UFCG, o professor Antônio Fernandes.

Participaram da reunião da bancada paraibana, os três senadores, o governador eleito João Azevêdo, os doze deputados federais, além dos deputados eleitos no último pleito, a exemplo de Edna Henrique e Ruy Carneiro, ambos do PSDB. Os prefeitos Chico Mendes (São José de Piranhas), José Aldemir (Cajazeiras), Roberto Bayma (Bom Jesus) e outros gestores, estiveram presentes a reunião que foi encerrada por volta das 22h30.

João Azevêdo se reúne com Aguinaldo Ribeiro e representantes da região de Cajazeiras em Brasília

O governador eleito da Paraíba, João Azevêdo (PSB) deixou as divergências políticas de lado e nesta terça-feira (30) em Brasília se reuniu com o deputado federal reeleito e atual líder do Governo Federal, na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro (PP), onde a principal pauta foi firmar parcerias para viabilizar emendas para Paraíba.

João foi até o gabinete do progressista ao lado do deputado federal, Wilson Filho, atual coordenador da bancada federal paraibana.

“Temos que olhar pra frente e esquecer as eleições. Agora é todo mundo trabalhar pelo nosso estado. A união faz a força,” frisou.

O governador eleito conversou ainda com o prefeito de Cajazeiras, José Aldemir (PP), o senador Raimundo Lira (PSD) e empresários  da cidade sertaneja, que visam alocar emendas  para construção do Hospital Universitário de Cajazeiras. O casa de saúde atenderá toda a região com mais de 200 leitos e será coordenado pelo Campus da UFCG.

Ministério da Economia vai reunir Fazenda, Indústria e Planejamento; Meio Ambiente ficará com Agricultura

O economista Paulo Guedes , indicado para ministro da área econômica do governo deJair Bolsonaro , disse nesta terça-feira que a área econômica terá apenas uma pasta: a da Economia. A estrutura englobará Fazenda, Planejamento, e Indústria e Comércio Exterior. A decisão contraria o que Bolsonaro havia dito em campanha, após críticas do setor. O futuro ministro e o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), indicado para a Casa Civil, também confirmaram que as pastas de Agricultura e Meio Ambiente serão reunidas.

As informações foram passadas pelos dois após a primeira reunião da equipe do presidente eleito, na casa do empresário Paulo Marinho, na Zona Sul do Rio. O novo governo discute ter entre 15 e 16 pastas. Eles não informaram sobre qual ministério ainda estão em dúvida.

A união dos ministérios da Fazenda e da Indústria e Comércio foi criticada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e por outras entidades do setor. Questionado sobre as críticas do setor, Paulo Guedes ironizou o pedido de incentivos fiscais das empresas.

— Interessante. No programa, os três já estavam juntos. Foi criticado pelo setor? Pelos industriais? Está havendo uma desindustrialização há 30 anos. Nós vamos salvar a indústria brasileira, apesar dos industriais— afirmou, sem responder sobre questões pontuais, como o destino do Rota 2030.

A crítica do economista se refere ao que ele considera um excessivo lobby por benefícios fiscais e proteção contra o mercado externo.

— Os impostos são muito altos, a complexidade burocrática, os juros muito altos. O que aconteceu é que o Ministério da Indústria e Comércio acabou se transformando em uma trincheira da Primeira Guerra Mundial, defendendo subsídios, desonerações, coisas que prejudicam a indústria brasileira. É evidente que não vamos fazer uma abertura abrupta da economia para fragilizar a indústria brasileira. Vamos retomar o crescimento da indústria garantindo juros baixos, a desburocratização — destacou.

Na mesma entrevista, Onyx confirmou outro ponto polêmico, a fusão entre as pastas do Meio Ambiente e da Agricultura.

— O Ministério do Meio Ambiente e Agricultura estarão no mesmo ministério como desde o primeiro momento — disse Onyx Lorenzoni, afirmando que o presidente eleito não havia recuado em nada.

Na quarta-feira passada, após visita ao então candidato à Presidência, o presidente da União Democrática Ruralista, Luiz Antonio Nabhan Garcia, principal consultor de Bolsonaro para agronegócio, informou que a proposta de fundir os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente poderia ser revista. Antes do encontro, ele havia defendido que a fusão era positiva e uma demanda dos produtores.

— Ninguém pode ter um governo duro, autoritário, sem flexibilidade, com arrogância. Se for o melhor para o Brasil, depois de eleito, todos vão sentar, e ele vai ouvir toda a sociedade. É inevitável a fusão de várias pastas. Porém, estamos ouvindo todos. Se tiver que haver flexibilização, haverá — disse Nabhan na ocasião.

O ex-presidente do PSL Gustavo Bebianno, que vai integrar a equipe de transição, informou que já estão definidos os nomes para cerca de 80% dos ministérios.

  Hoje já foram decididos alguns nomes, teve um significativo avanço. Em torno de 80% dos ministérios já estão definidos. Por questão estratégica nossa, vamos passar os nomes um pouquinho mais pra frente - disse Bebianno, após reunião da cúpula do governo eleito.

Bolsonaro já confirmou dois nomes para o ministério, além de Paulo Guedes: Onyx  Lorenzoni para a Casa Civil e general Augusto Heleno para a Defesa. Em vídeo publicado no Facebook nesta terça-feira, o astronauta Marcos Pontes revelou que  assumirá a pasta  de Ciência e Tecnologia.

Na segunda-feira, o presidente eleito disse que vai convidar o juiz Sergio Moro para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) ou o Ministério da Justiça. Bolsonaro informou que ainda não procurou o magistrado, mas ressaltou que quer agendar a conversa em breve. A interlocutores, o juiz diz que não descarta participar do governo de Bolsonaro . Em nota divulgada nesta terça-feira, Moro declarou que, se o convite for feito, "será objeto de ponderada discussão e reflexão" .

Pelo menos duas vagas na Corte serão abertas nos quatro anos de mandato do capitão da reserva, com as aposentadorias compulsórias dos ministros Celso de Mello e Marco Aurélio Mello.

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