OUVIR  

Clube FM: (83)3531-4379  WHATSAPP 9.9999-2683

POLÍTICA

Desencontro: Planalto informa agenda com Lira; senador pede correção e inclusão de Ricardo

A agenda oficial desta quarta-feira (16) do presidente da República Michel Temer (PB), não traz o horário, nem a confirmação da audiência do gestor com o governador Ricardo Coutinho (PSB), como havia sido anunciado pelo próprio governo do Estado na semana passada.

O único horário reservado para políticos da Paraíba, é um encontro entre Temer e o senador Raimundo Lira (PMDB), que teria sido o interlocutor da reunião do presidente com Ricardo.

Em contato com a reportagem do Portal MaisPB, o senador Raimundo Lira confirmou a audiência de Ricardo com Temer, disse que participará do encontro como convidado e atribuiu a questões burocráticas conflito na agenda divulgada pela Presidência da República.

“A audiência é do governador, eu sou convidado. Isso é um equivoco da burocracia. Temer deixou claro que a audiência é do governador. A presidência já informou que mudará em alguns minutos a agenda do presidente”, disse.

MaisPB

Famup acredita em 100% de comparecimento de prefeitos eleitos em encontro com Ricardo

O prefeito da Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup), Tota Guedes, acredita que todos os gestores paraibanos devem participar do encontro com o governador Ricardo Coutinho (PSB) no próximo dia 5 de dezembro. Na pauta, além dos pedidos encaminhados pelos novos gestores dos 223 municípios, uma proposta de parceria será lançada pelo governo estadual visando amenizar os efeitos da crise instalada no Brasil.

“O governador quer mostrar uma parceria dos municípios com o estado no sentido de orientar os novos gestores sobre a importância dessa sintonia, com a finalidade de mudar os indicadores sociais”, avaliou Tota.

Durante o evento, que ocorrerá no Centro de Convenções, em João Pessoa, serão realizadas mesas-redondas para tratar da atual conjuntura econômica, assim como as ações do executivo estadual em áreas como saúde e geração de renda. A expectativa da organização, segundo informou o governo, é que participem cerca de 700 pessoas, entre prefeitos e vice-prefeitos eleitos ou reeleitos, além de representantes de instituições, a exemplo da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) e Famup.

Sobre o Seminário Novos Gestores, realizado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) esta semana em Brasília, o presidente da Famup revelou que 181 prefeitos paraibanos, entre novos e atuais gestores, se inscreveram para o evento, mas não sabe informar se todos puderam comparecer.  Segundo Tota, a intenção foi “orientar os gestores sobre os que eles vão encontrar em 2017 nas suas prefeituras” além de capacitá-los para a tomada de medidas iniciais “para que possam ter uma boa gestão”.

Cássio desconversa sobre 2018 e diz que momento é de ampliação das oposições na PB

O senador Cássio Cunha Lima  (PSDB) está preferindo deixar para depois as discussões em torno da possibilidade de ele vir a disputar as eleições para o governo do estado em 2018. De acordo com o tucano, a ideia central do atual projeto é fortalecer e ampliar as oposições na Paraíba, sem colocar qualquer “personalidade” em destaque.

“É cedo tratar de 2018, mas o importante é deixar de lado qualquer projeto pessoal e buscar o fortalecimento e ampliação das frente das oposições paraibanas”, ponderou o senador. Cássio afirmou que o grupo soma partidos importantes do estado e logrou êxito durante a última campanha municipal. “Pela primeira vez na história da Paraíba, uma frente política partidária vai governar 71% da população do estado. Das dez maiores cidades, estamos em oito”.

O parlamentar frisou que esse número dá mais responsabilidade à frente e que isso tem motivado os partidos a seguirem pensando de forma conjunta. “O resultado foi muito expressivo.  Não é hora de colocar em primeiro lugar projetos pessoais, pelo contrário, precisamos preservar a unidade da frente das oposições e, se possível, tentar ampliá-la ainda mais”.

Gervásio vê polarização entre PSB e PSDB em 2018 e revela conversas com peemedebistas

Após o ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB-PE), defender o nome do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) para disputar o governo do estado nas eleições de 2018, o deputado estadual Gervásio Maia Filho (PSB), que tem seu nome citado para disputar o mesmo cargo, garantiu que o seu partido e aliados estão prontos para enfrentar o tucano nas urnas novamente. Ele confirmou uma polarização entre PSB e PSDB e revelou que já tem aprofundado conversas com lideranças do PMDB.

Gervasio previu o PSB com o maior número de apoios e assegurou que a legenda estará forte até o final do próximo ano.

“A polarização na Paraíba está definida entre PSDB, com alguns partidos ao seu lado, e o PSB, com o maior número de partidos ao seu lado”, avaliou.

Ele também chamou a atenção para o surgimento de uma possível terceira via que poderá levar as eleições para o segundo turno.

“Pode aparecer um candidato que tenha cinco, seis, sete, oito pontos, e de repente, esse candidato levar a eleição para o segundo turno”, disse.

O parlamentar ainda alimentou as especulações de que o deputado federal licenciado Veneziano Vital do Rêgo poderá deixar o PMDB ao prever a saída de um parlamentar da legenda comandada na Paraíba pelo senador José Maranhão.

“O PMDB tem três deputados, deverá perder um. Eu tenho conversado com vários integrantes do PMDB”, acrescentou.

Doações para candidatos caem pela metade, diz TSE

Principal mudança nas regras das eleições deste ano, a proibição do financiamento empresarial resultou em redução de mais da metade do valor arrecadado por candidatos, segundo informou neste domingo, 30, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes.

O total de doações eleitorais foi de R$ 6 bilhões em 2012 para R$ 2,8 bilhões neste ano. “Ninguém pode negar que a campanha eleitoral se tornou mais barata. Houve significativa redução da presença do dinheiro na campanha, esse é um dado positivo. Se isso é replicável para 2018, isso é algo que se responde depois”, afirmou.

Ele, porém, defendeu mudanças na legislação eleitoral e citou como dado negativo o alto número de cidades em que o resultado ainda está sub judice.

Segundo dados do TSE, eleitores de 147 municípios poderão ter de voltar às urnas nos próximos meses para uma nova eleição para prefeito. Isso porque há candidatos que foram os mais votados nas eleições municipais de 2016, mas possuem recursos pendentes na Justiça Eleitoral.

Lava Jato

Pela manhã, ao acompanhar a votação no Rio, Gilmar afirmou que deputados e senadores estão “acossados”, “expostos” e fragilizados devido à Operação Lava Jato, o que deve facilitar a aprovação da reforma política no Congresso. Para ele, no cenário atual, a reforma é “inevitável”.

“O que me leva a acreditar que o sistema vai mudar? A Lava Jato. Os parlamentares estão num quadro de fragilidade, acossados. Eles estão expostos. Se não é um deputado, é um companheiro do partido, é o partido que é acusado de ter recebido dinheiro.”

Para o também ministro do Supremo Tribunal Federal, após a descoberta do envolvimento de políticos no esquema de corrupção investigado pela Polícia Federal, “a única segurança é dar outro perfil ao sistema político”.

Gilmar disse ainda que, hoje, “meio Congresso é investigado” e que o STF está sobrecarregado. Por isso, não consegue decidir rapidamente sobre o foro privilegiado de deputados e senadores.

IstoÉ

///// ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Na FM 104,9 Agora!

Temos 87 visitantes e Nenhum membro online