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POLÍTICA

TSE disponibilizará aplicativo que mostra apuração em tempo real. ENTENDA

O aplicativo da Justiça Eleitoral, campeão de downloads nas eleições de 2014, já tem sua versão para 2018 e a expectativa é que novamente seja um recorde de acessos. Este ano, o aplicativo foi rebatizado para “Resultados 2018”.

A ferramenta é gratuita e a expectativa é que esteja disponível até o final de setembro para tablets e smartphones que operam com os sistemas Android e IOS.

Há quatro anos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a plataforma foi disponibilizada apenas para aparelhos com sistema Android e foi chamada de “Apuração 2014”. O aplicativo foi baixado em 2,7 milhões de dispositivos.

Pesquisa
Pelo aplicativo, os eleitores poderão acompanhar a contagem dos votos em tempo real. É possível pesquisar desde o desempenho de um determinado candidato por meio de consulta nominal até um dado mais nacional.

Na tela da pesquisa, aparecerá, por exemplo, o quantitativo de votos para cada candidato com a indicação dos eleitos ou, no caso da disputa para governador e presidente da República, dos que irão para o segundo turno. Também é possível selecionar os candidatos favoritos e visualizá-los com destaque.

A ferramenta permite que o usuário selecione a abrangência que deseja acompanhar a apuração. Pode ser “Brasil” para a votação de presidente da República e “Estados” para acompanhar a votação para governador, senador, deputado federal, deputado estadual ou deputado distrital.

O eleitor também poderá conferir o desempenho nas urnas do candidato a presidente em cada estado. Além de visualizar o número de votos, é possível acompanhar o percentual de apuração das seções e ainda compartilhar essas informações nas redes sociais.

Votos zerados
Os resultados são atualizados automaticamente e, ao final da apuração, serão exibidos os eleitos com o quantitativo de votos obtidos e o percentual de votação por candidato. O candidato que aparecer com zero voto pode não ter tido votação, estar indeferido com recurso ou, após a preparação das urnas, ter sido indeferido, ter renunciado ou falecido.

Os votos para candidatos indeferidos com recurso ou cassados com recurso não serão exibidos, conforme a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97, artigo 16-A). O aplicativo não apresenta resultados da votação em trânsito nem da votação no exterior para o cargo de presidente da República.

Em decorrência da diferença de fuso horário, o TSE irá começar a divulgar os resultados da totalização dos votos para presidente da República às 19h (horário de Brasília) no dia 7 de outubro, quando a votação do primeiro turno estiver encerrada em todo o território nacional.

Para os demais cargos, a totalização dos votos pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e a remessa das informações ao TSE terá início logo após o encerramento da votação, às 17h, respeitando o horário local.

Cajazeiras: jornal destaca "embate" por votos pra deputado federal entre os vereadores Marcos Barros e Léa Silva

A coluna ‘Faisqueira’ publicada semanalmente no Jornal Gazeta do Alto Piranhas trouxe na sua edição da última sexta-feira (21), a existência de um embate por votos entre o vereador e presidente da Câmara de Cajazeiras, Marcos Barros (PSB) e a vereadora Léa Silva (DEM).

Marcos vota e trabalha para Gervásio Maia (PSB), já Léa continua sendo a principal cabo eleitoral do deputado federal e candidato a reeleição, Efraim Filho (DEM)

Nota:

Parada federal Marcos Barros e Léa Silva estão se testando de novo nas eleições deste ano, num outro patamar: Marcos vota em Gervásio Maia e Léa Silva em Efraim Filho. Os dois estão no mesmo palanque, mas brigando voto a voto para eleger o seu deputado federal. É uma prévia de 2020. Marcos teria passado uma “rasteira” em Léa, trazendo para o seu time duas lideranças da Zona Norte, antes de sua inteira e absoluta confiança. Léa diz que vai ter retorno.

 

VÍDEO: Após reunião, juiz proíbe carros de som e fogos de artifício no debate eleitoral de Cajazeiras

 

Uma reunião realizada no Fórum Ferreira Júnior, nesta quarta-feira (19), definiu os últimos detalhes do debate com os candidatos a governador da Paraíba que será promovido pela TV Diário do Sertão e a OAB de Cajazeiras no dia 24 de setembro (segunda-feira).

O encontro reuniu o presidente do Sistema Diário de Comunicação, Petson Santos; presidente e tesoureira da OAB de Cajazeiras, João de Deus Quirino Filho e Vanja Sobral; o juiz eleitoral Thiago Rabelo; o Capitão Fernando representando a Polícia Militar e a promotora do Ministério Público, Sarah Araújo.

Entre eles foram definidas as regras de segurança para o evento e foi proibida a utilização de carros de som por parte das coligações e fogos de artifícios.

O presidente da OAB de Cajazeiras, João de Deus Quirino Filho, o juiz eleitoral Thiago Rabelo e o Capitão Fernando dão mais detalhes sobre a reunião.

“Nós estamos nos precavendo de tudo que pode ser pensado para garantir a segurança dos candidatos, dos seus assessores, dos convidados e dos populares que querem ir ao local. A OAB está totalmente preparada para oferecer uma estrutura jamais vista nos três debates que nós já fizemos”, destacou João de Deus.

“A gente pede à população que não vá com seu carro de som. A Polícia Militar vai estar atenta e se houver aquele que tente burlar, terá seu veículo apreendido”, alertou o juiz Thiago Rabelo.

“Eu ressalto também o uso de fogos de artifícios, tendo em vista que nós temos duas casas de saúde e isso é proibido pelas legislações vigentes”, frisou o Capitão Fernando.

Thompson tem candidatura barrada e fala com exclusividade ao Diário do Sertão sobre a decisão

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) acatou o pedido de impugnação da candidatura do ex-reitor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Thompson Mariz (PSB), que disputaria vaga na Câmara Federal. O pedido de impugnação foi feito pela Procuradoria Regional Eleitoral tomando como base a rejeição das contas de 2005 do então reitor.

De acordo com o próprio Thompson Mariz, dois motivos levaram o TRE a barrar sua candidatura. O primeiro foi a contratação de ônibus para levar alunos da UFCG a um congresso da União Nacional dos Estudantes Secundaristas (UNES) e para um congresso de cultura e artes em Goiânia-GO. O outro motivo foi suposto fracionamento de despesas.

Sobre a primeira acusação, Mariz não considera que disponibilizar ônibus para alunos participarem de eventos estudantis seja um ato doloso. Já a respeito do segundo caso, ele alega que quem fracionou despesas foi o então diretor do Hospital Universitário Alcides Carneiro, órgão do qual ele não era responsável pelas finanças, já que a UFCG tem várias unidades gestoras e o hospital, por sua vez, tinha o diretor como ordenador de despesas.

VEJA TAMBÉMEx-reitor da UFCG visita Hospital Universitário Júlio Bandeira, em Cajazeiras

Em contato com o Diário do Sertão, Thompson Mariz explicou a situação, se defendeu das acusações, pediu desculpas aos seus eleitores e justificou porque ele não vai recorrer da decisão.

“Quero agradecer do fundo do coração por terem acreditado nas minhas propostas e pedir desculpas a vocês por esse constrangimento. Não vou recorrer ao TSE [Tribunal Superior Eleitoral]. É uma decisão pessoal. Saio limpo desse processo, com a consciência tranquila. Deus quis assim e eu tenho que arcar com o ônus dessa decisão e acatar de cabeça erguida porque me orgulho de ter enviado os alunos para participar de um congresso científico e um congresso de cultura e arte. E os fracionamentos de despesas não foram feitos pela nossa unidade. Eles não se ativeram a isso e lamentavelmente impugnaram a minha candidatura.”

Ouça o áudio exclusivo de Thompson Mariz

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Datafolha: 89% defendem afastamento de Temer

A grande maioria dos brasileiros quer ver Michel Temer processado e investigado, diz uma nova pesquisa do Datafolha.

Segundo o levantamento, 89% são favoráveis a que a Câmara autorize a abertura de processo contra ele por organização criminosa e obstrução de justiça.

Apenas 7% dos entrevistados são contrários à aprovação da denúncia, que implicaria no afastamento de Temer por até seis meses, caso a decisão da Câmara fosse aceita pelo Supremo.

O Datafolha ouviu 2.772 pessoas em 194 cidades, nos dias 27 e 28 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Michel Temer (PMDB) é acusado de liderar um esquema do seu partido que teria recebido ao menos R$ 587 milhões de propina.

Além disso, ele teria dado aval à compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso no Paraná, pela JBS.

A gestão Michel Temer (PMDB) atingiu a maior reprovação já registrada pelo Datafolha desde o início da redemocratização no país: apenas 5% de aprovação.

As informações são de reportagem de Marco Rodrigo Almeida na Folha de S.Paulo.

A pesquisa do Datafolha, instituto que no fim de semana apontou Lula como líder absoluto na corrida presidencial de 2018, misturou a questão sobre o processo de Temer à outra, sobre a prisão do ex-presidente, que ofende o ordenamento jurídico brasileiro, uma vez que a lei não estabelece prisão de condenados em primeira instância.

Com isso, segundo o instituto, 54% dos brasileiros defenderiam a prisão do petista.

Brasil 247

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