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PARAÍBA

‘Operação Arremate’ investiga fraudes em leilões do Dentran-PB

O Departamento de Trânsito  da Paraíba e  a Polícia Civil desencadearam, nesta terça-feira (28), uma operação contra fraudes em leilões do órgão.

A Operação Arremate está sendo realizada pela própria corregedoria do órgão em escritórios de empresas que realizam os leilões.

Ás 9h acontecerá uma entrevista coletiva  com o superintendente do órgão, Agamenon  Vieira, e o corregedor, Valberto Lira Júnior,  onde serão passadas informações sobre a ação.

A Polícia Militar também participa da operação dando apoio aos agentes.

Roberto Targino – MaisPB

Presidente da Assembleia lamenta impasse da LOA: “Tudo tem limite”

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Gervásio Maia, ocupou a tribuna da Casa nesta quarta-feira (22) para lamentar o impasse em torno do projeto de Lei Orçamentária para o próximo ano.

“A Assembleia não cometeu nenhuma ilegalidade regimental, cumpriu e vem cumprindo rigorosamente com o regimento. Foi uma decisão que ultrapassou os limites daquilo que seria necessário para discutir judicialmente a LDO. Que houvesse uma discussão, mas que fosse permitido o trâmite da LOA na Casa”, disse Maia.

Ele assegurou que o projeto não seria votado sem que houvesse um debate exaustivo sobre o tema e considerou equivocada a decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba.

“Tudo tem limite, mas vamos continuar garantindo e preservando a harmonia entre os Poderes, garantindo o bom debate”, frisou o presidente.

Três decisões judiciais suspenderam a tramitação na LOA na Assembleia. As decisões ocorreram em ações protocoladas pelo TJPB, Defensoria Pública e Ministério Público. Todos questionam dispositivos da Lei de Diretrizes Orçamentárias, que teria prejudicado seus orçamentos para o próximo ano.

MaisPB

Deputados protagonizam bate-boca e esquentam a pauta na ALPB

Uma discussão movimentou os debates na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), nesta terça-feira (21), envolvendo os deputados estaduais Trócolli Junior (PROS) e João Henrique (DEM). Na pauta do bate-boca estava a atuação do Coronel Euller Chaves, comandante da Polícia Militar do Estado. Trócolli acusou o democrata de usar palavras impróprias para ‘taxar’ o coronel, porém João Henrique respondeu de forma incisiva.

“Eu quero me opor ao discurso do deputado João Henrique, pela questão dos adjetivos que ele usou hoje contra o comandante da Polícia Militar. Eu vou pedir ao presidente que possa retirar da ata os termos criminosos que foram dados ao comandante, isso aqui é uma casa de pessoas de bem e pais de família, e temos que ter o mínimo de zelo com o uso de palavras nessa casa”, afirmou o deputado Trócolli Junior.

“Não só uso como reafirmo, senhor deputado. Vossa excelência tem suas razões em fazer essa defesa, não sei até onde vão as suas amizades”, disse o deputado João Henrique.

Trócolli repudiou as acusações proferidas pelo deputado João Henrique, afirmando que esse não é o comportamento correto de um deputado. Em reposta, João Henrique disse que não seria censurado pelo deputado.

“Vossa excelência acusou o comandante da polícia militar da PB de criminoso, acusou que ele fazia investimentos fora do país e eu acho que esse não é um comportamento correto para um pai de família”, reafirmou Trócolli.

“Não estou aqui para ser censurado por vossa excelência, eu esperava solidariedade de vossa excelência. Está encerrada a fala do deputado Trócolli”, alfinetou João Henrique.

Trócolli pediu para usar o tempo que lhe restava para concluir sua fala, mas foi impedido pelo deputado João Henrique.

“Eu quero usar o meu tempo”, requisitou Trócolli.

“Vossa excelência não usa nada, se quiser, se inscreva”, respondeu João Henrique.

No fim do bate-boca, o deputado João Henrique acusou Trócolli Junior de estar fazendo o papel de ‘moleque de recado’ do comandante da PM e pediu para que o presidente não apagasse nenhuma palavra de seu discurso.

“Vossa excelência está aqui como moleque de recado deste comandante, viu!? E me respeite, deputado, que não sou de sua laia não. Não risquem nenhuma palavra. O que eu disse está dito! Enquanto eu estiver na tribuna, eu não concedo mais a palavra a ele”, disse João Henrique.

Relatório traz nova versão para morte do padre Pedro

O Portal Correio teve acesso, com exclusividade, ao relatório de uma investigação paralelo feita pela família do Padre Pedro, brutalmente assassinado no dia 23 de agosto desde ano, dentro da casa paroquial do município de Borborema, a 135 quilômetros de João Pessoa. O documento tem 16 páginas e mostra a possibilidade de uma nova versão para a morte do religioso. O relatório foi entregue ao secretário de Segurança do Estado, Cláudio Lima, no dia 20 de outubro, junto com um pedido para que fosse designada uma equipe especial para investigar o caso. O que não aconteceu.

De acordo com a investigação feita pela polícia, o padre teria sido assassinado por dois jovens, que queriam roubar um dinheiro que existiria dentro de um cofre. Conforme o inquérito entregue à justiça, são confirmados os autores do crime um ex-coroinha da paróquia e um adolescente de 15 anos. Além disso, ficou verificado que o ex-coroinha e o padre teriam tido relações sexuais antes do crime.

No entanto, não é o que revela o relatório da família. O Portal Correio não vai divulgar o relatório na íntegra para não expor os depoentes e nem as pessoas envolvidas com o empréstimo, já que a polícia não oficializou a junção desse relatório. Mas, os vários relatos expostos no documento ligam o assassinato a uma dívida existente, a qual padre Pedro teria emprestado o dinheiro e os devedores teriam mandado matá-lo para encobrir o débito. O documento cita valores de R$ 10 mil, R$ 21 mil e R$ 60 mil.

No relatório, várias pessoas próximas ao pároco de Borborema apontam nomes de pessoas que teriam contraído dívida com ele. Essas mesmas pessoas questionam a investigação da polícia afirmando que padre Pedro não tinha ligação com pessoas do submundo do crime.

O documento revela também o estranhamento da família, por terem descoberto que dias após o crime e a perícia realizada no local, pessoas que estavam limpando a casa paroquial encontraram uma faca suja de sangue enrolada num tapete, debaixo da pia da cozinha. Familiares da vítima estranharam esse fato ter passado despercebido pela perícia.

A investigação da polícia

Conforme a polícia, o adolescente de 15 anos apresentou uma primeira versão, a qual foi descartada (que o padre havia ido a Arara buscar ele o Lucas – segundo suspeito -; chegando em sua casa se desentenderam pelo fato de o padre haver assediado, ou seja tentado praticar sexo, assédio com o jovem). Na segunda versão, a qual o delegado declarou ser a mais aceitável, o adolescente afirmou que Lucas havia premeditado o crime dizendo ao adolescente que o padre teria dinheiro guardado em sua casa e que desde o início havia decidido roubar o cofre e matar o padre pelo motivo de ser conhecido da vítima.

Na época da investigação, o delegado Diógenes Fernandes, da 2ª Seccional, acrescentou que, segundo o adolescente, os dois abriram o cofre e como nada encontraram se frustraram. Foi quando Lucas surpreendeu o padre com uma gravata e o adolescente desferiu as facadas com faca de serra caseira. Lucas teria dado uma última facada na direção do pescoço por acreditar que a vítima ainda poderia estar com vida. O jovem teria relatado que passaram um bom tempo arrumando e limpando a cena do crime e, em seguida, fugiram no carro do padre conduzido por Lucas.

Governo prevê redução do êxodo rural e ‘salto econômico’ com Transparaíba

O governador Ricardo Coutinho (PSB) previu, nesta terça-feira (14), um salto econômico nas cidades que serão beneficiadas com as águas do Rio São Francisco através da TransParaíba, que ligará o açude de Boqueirão a mananciais do Curimataú paraibano.  A ordem de serviço foi assinada hoje pelo socialista e a obra vai beneficiar 19 municípios.

De acordo com Ricardo Coutinho, a TransParaíba vai democratizar ás águas da Transposição do Rio São Francisco e atrair empreendimentos.

“As micro e pequenas empresas terão a capacidade muito grande de se instalar em qualquer dessas cidades. Aqui na região você tem fruticultura e você tem mineração e essas duas atividades econômicas serão beneficiadas com a obra e pequenas indústrias poderão ser colocadas porque a água é um componente fundamental para que alguém se estabeleça”, destacou.

Com isso, Ricardo Coutinho previu o desenvolvimento local e também a diminuição do êxodo rural.

A adutora faz parte do Programa Mais Trabalho e receberá investimentos na ordem de R$ 329 milhões. Na primeira etapa da obra serão investidos cerca de R$ 197 milhões, enquanto na segunda etapa do sistema adutor, o investimento será de R$ 132 milhões, visando garantir segurança hídrica para cerca de 150 mil habitantes.

Para Ricardo Coutinho, a aplicação dos investimentos só estão sendo possível graças a organização financeira do Estado.

Roberto Targino – MaisPB

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