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ESPORTES

Atlético vence Cruzeiro por 2×1 no Perpetão e está perto da classificação

A promoção realizada pela diretoria do Atlético não cobrando entrada de mulheres, levou um grande público ao estádio Perpetão neste domingo (22) para a partida contra o Cruzeiro de Itaporanga, válida pela quarta rodada do Campeonato Paraibano da Segunda divisão 2012.

Incentivado pela sua torcida, o Trovão Azul conseguiu a vitória pelo placar de 2×1 praticamente selando a sua classificação para o quadrangular final da competição.

A promoção realizada pela diretoria do Atlético não cobrando entrada de mulheres, levou um grande público ao estádio Perpetão neste domingo (22) para a partida contra o Cruzeiro de Itaporanga, válida pela quarta rodada do Campeonato Paraibano da Segunda divisão 2012.

Incentivado pela sua torcida, o Trovão Azul conseguiu a vitória pelo placar de 2×1 praticamente selando a sua classificação para o quadrangular final da competição.

A pressão resultou em dois gols no primeiro tempo do atacante França que com muito oportunismo e velocidade, superou a zaga do Cruzeiro e balançou as redes para a alegria dos atleticanos presentes.

O segundo tempo começou com a equipe de Itaporanga correndo atrás do prejuízo, e iniciou uma recuperação com um gol do atacante Delânio, colocando fogo na pequena torcida presente no estádio.

Mas o Atlético não se abateu com o gol, e com toque de bola e maior posse, segurou o resultado até o apito final do juiz que teve uma atuação bastante criticada pelas duas equipes.

Na próxima rodada, o Atlético pode carimbar de vez a sua classificação enfrentando o Picuíense na cidade de Picuí dia 29/07. Já o Cruzeiro folga na próxima rodada, e só  volta a campo no dia 05/08 contra o mesmo Picuíense.

 

Blogdofurao.com

Palmeiras empata com Coritiba e ambos continuam mal no Brasileirão

Nem parece que há uma semana os rivais Coritiba e Palmeiras decidiam a Copa do Brasil em um Couto Pereira lotado, efervescente, cheio de festa. Nesta quinta-feira, no reencontro após o título da equipe paulista, os times se enfrentaram pelo Campeonato Brasileiro e ficaram no empate em 1 a 1 – ambos continuam mal na disputa por pontos corridos. Um jogo bem sem graça, daqueles que não ficarão marcados por muito tempo. O pontinho ganho para cada lado ficou de bom tamanho.

O Coxa saiu atrás, pressionou no segundo tempo e conseguiu o prêmio com um gol de Anderson Aquino. Pouco para quem jogava em casa e queria uma “vingança” do time que lhe tirou o título da Copa do Brasil. Com oito pontos, a equipe de Marcelo Oliveira continua sob risco, bem perto da zona da degola.

O Palmeiras, que teve a reestreia de Obina no fim do jogo, abriu o placar com Patrik, logo no início, e parecia não sentir tanta falta dos dez desfalques por lesões e suspensões – cinco deles titulares. O vacilo foi ter recuado no segundo tempo. O resultado leva a equipe de Luiz Felipe Scolari aos sete pontos, ainda na zona de rebaixamento do campeonato, mas uma posição acima do Bahia, que perdeu do Fluminense. Felipão, aliás, assistiu ao jogo das tribunas, já que estava suspenso.

Na próxima rodada, o Palmeiras enfrenta o Náutico no domingo, às 16h (de Brasília), na Arena Barueri. No mesmo dia, o Coritiba vai até Salvador enfrentar o Bahia, às 18h30m, em Pituaçu.

Globoesporte.com

Verdão encerra jejum e se consolida como maior campeão nacional

Foram 14 anos de espera. De lá para cá, muita coisa aconteceu na vida do palmeirense. Algumas derrotas doídas, outras eliminações inesperadas, e até uma passagem pela Série B do Campeonato Brasileiro marcaram negativamente a última década do Verdão.

Porém, as lamentações e tristeza dão agora espaço novamente para euforia, alegria e, principalmente, orgulho. A fria noite desta quarta-feira, em Curitiba, representou ao Palmeiras, além de seu segundo título na Copa do Brasil, a consolidação do clube como o maior vencedor de competições nacionais do futebol brasileiro.

No ano passado, a Confederação Brasileira de Futebol decidiu por unificar todas as conquistas nacionais anteriores ao ano de 1971, data da primeira edição do Campeonato Brasileiro. Assim, competições como a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, disputadas entre 1959 e 1970, passaram a ter o mesmo peso e importância para a entidade máxima do futebol no país.

Com a conquista da Copa do Brasil deste ano, o Verdão soma agora dez títulos nacionais, excluindo da contagem torneios como a Copa dos Campeões e a Supercopa do Brasil, levando vantagem em relação ao Santos, que aparece em segundo com nove títulos, e ao Corinthians, o terceiro da lista com sete conquistas.

A hegemonia alviverde teve início em 1960, logo na segunda edição da Taça Brasil. O time comandado por Osvaldo Brandão e de craques como Valdir Joaquim de Moraes, Djalma Santos e Julinho Botelho, levou a melhor contra o Fortaleza, com direito a goleada histórica por 8 a 2 no segundo jogo, no Pacaembu, para ficar com o título.

Depois da supremacia santista entre os anos de 1962 e 1966, o Verdão voltou a conquistar a competição em 1967. Agora com Mario Travaglini no banco, o Palmeiras, que já contava com Dudu, Ademir da Guia e César Maluco, faturou o título diante do Náutico após três finais.

No mesmo ano, o Alviverde conseguiu seu terceiro título nacional, o primeiro da edição de estreia do Torneio Roberto Gomes Pedrosa. No quadrangular final, o Verdão levou contra Internacional, Corinthians e Grêmio, e invicto, faturou mais uma taça, fato que viria se repetir em 1969 quando, mais uma vez sem sofrer nenhuma derrota na fase decisiva, venceu a concorrência de Cruzeiro, Corinthians e Botafogo para garantir o bicampeonato no Robertão.

Já na era do Campeonato Brasileiro organizado pela CBF, a Academia palmeirense não demorou para mostrar a sua força. Novamente comandado por Brandão, e o Verdão de Ademir da Guia, Luis Pereira, Emerson Leão e Leivinha venceu as edições de 1972 e 1973.

Depois de uma década de 1980 trágica para o torcedor alviverde, o Verdão voltou com tudo no início dos anos 90. Para acabar com a incomoda seca, Vanderlei Luxemburgo conseguiu montar um verdadeiro esquadrão no Palestra Itália.

Entre os anos de 1993 e 1994, craques como Velloso, Antonio Carlos, Cleber, Roberto Carlos, César Sampaio, Mazinho, Edilson, Rivaldo, Zinho, Evair e Edmundo desfilaram pelos gramados do país na conquista do bicampeonato nacional.

Depois de bater na trave em duas oportunidades – vice da Copa do Brasil, em 1996, e do Brasileirão, em 1997 – o clube optou decidiu por mudar seu estilo. A Academia alviverde e suas exibições de classe deram espaço para a raça e o futebol de resultado de Luiz Felipe Scolari.

Mesmo com a forte resistência no início, o trabalho da comissão técnica não poderia ser melhor. E, 1998, o Verdão venceu a Copa do Brasil de 1998 – última competição nacional vencida pelo Alviverde antes de 2012 –, titulo que credenciou o Palmeiras para a disputa da Taça Libertadores da América do ano seguinte, torneio também vencido pela equipe do Palestra Itália.

Apesar da maior glória de sua história conquistada em 1999, o torcedor alviverde amargou um longo período de fracasso a partir do ano 2000.

De lá para cá, o vexame de ter disputar a Série B do Brasileirão (2003) e apenas três títulos: um torneio Rio-São Paulo (2000), uma Copa dos Campeões (2000) e um Campeonato Paulista (2008). Porém, o reencontro com Felipão, que reassumiu o Verdão em agosto de 2010 após passagens por Cruzeiro, seleção brasileira, seleção portuguesa, Chelsea-ING e Bunyodkor-UZB, recolocou o clube nos trilhos das conquistas importantes.

G1

Nike lança uma camiseta para festejar título do Corinthians

Pouco depois que o Corinthians conquistou sua primeira Libertadores, a fornecedora de material esportivo do clube, a Nike, já anunciou o lançamento do primeiro produto ligado à vitória inédita.

A empresa americana criou uma camiseta comemorativa para celebrar a taça. Branca, com os dizeres "Contra tudo e contra todos" em preto, a camisa tem o escudo do time no lado esquerdo do peito. Abaixo do símbolo, o mapa da América Latina ilustra a conquista do título continental sobre o Boca Juniors.

A camiseta custa 79,90 reais e já é vendida no site oficial do clube. A chegada do modelo às lojas é prometida para os próximos dias.

Camisa comemorativa do primeiro titulo do Corinthians


Veja.com com Gazeta Press

Cristóvão aprova atuação, mas lamenta: 'Pena não termos vencido'

Há uma semana, o Vasco deixava o campo de São Januário vaiado, apesar da vitória sobre o Lanús. Nesta quarta-feira, mesmo com o empate em 0 a 0 com o Corinthians, pela Copa do Brasil, a equipe recebeu elogios de Cristóvão Borges. Para o treinador, a equipe apresentou uma atuação merecedora de um resultado positivo.

- Foi uma pena não termos vencido o jogo. Pelo que a equipe produziu durante toda a partida, merecia pelo menos ter feito um gol. Fiquei contente com a atuação do Vasco, senti que houve evolução em setores em que tivemos dificuldades. Espero que continue assim.

Apesar da frustração de ter passado em branco dentro de casa, o Vasco saiu com a sensação de que, dos males, aconteceu o menor. O fato de não ter sofrido gols em São Januário e, assim, se beneficiar de um empate a partir de 1 a 1 no Pacaembu foi visto como uma vantagem a ser considerada.

- Não teve um resultado melhor para alguém. Foi importante não termos sofrido gol, mas em casa é sempre bom fazer uma vantagem. O equilíbrio pauta esse confronto entre Vasco e Corinthians, e também será assim no Pacaembu - avaliou.

Em relação ao gol marcado por Alecsandro e anulado pelo assistente Alessandro Rocha Matos, no segundo tempo, o técnico do Vasco preferiu não analisar.

- Ainda não vi o lance na televisão. Já me disseram que o Alecsandro estava impedido e que ele estava em posição legal. Não gosto muito de falar de arbitragem.

G1

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