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POLÍTICA

Na PB, Lindbergh Farias confirma antecipação da candidatura de Lula a presidente

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) participou nesta terça-feira (10) de uma plenária em João Pessoa pela defesa das “Diretas Já”. Na ocasião, o petista confirmou as especulações da mídia nacional e afirmou que o partido vai antecipar para 2017 o lançamento da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para concorrer novamente à Presidência da República.

“Nós vamos antecipar o lançamento da candidatura do Lula, porque a gente acha que a crise é tão grande em 2017, que talvez possa ter eleições este ano, então nós não vamos esperar 2018. Há uma perseguição ao Lula, porque eles [políticos adversários] têm medo do Lula”, disse.

O parlamentar criticou o governo do presidente Michel Temer (PMDB) e o classificou como político e administrativamente fraco. Para ele, a previsão é que a crise econômica se agrave no país e o peemedebista não consiga chegar até o fim do mandato.

“O ano de 2017 vai ser muito difícil, porque Temer é um presidente fraco e com ele na presidência não vamos ter recuperação do crescimento econômico. Ele não tem a força que Lula. Acho que a crise vai aumentar e nós estamos defendendo como saída para a recuperação econômica a eleição direta, o povo tem que decidir e é essa campanha que estamos fazendo. Fora Temer e diretas já”, declarou.

Na opinião do petista, a crise econômica e política do país “piorou” após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). “Eles diziam que eram tirar Dilma que estava tudo resolvido, que estava resolvida a crise econômica e política, mas não é nada disso que está acontecendo. A crise só se aprofunda e a pauta do Temer é uma pauta toda contra o povo. Essa reforma da previdência é só maldade contra o trabalhador”, disse.

Oposição conta com deputados da situação para ganhar mais espaço nas comissões

 

O deputado estadual Renato Gadelha disse que a oposição terá uma participação mais ativa nas comissões de trabalho da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) em 2017. Atual líder do bloco, Gadelha lembrou que alguns deputados que atuam na base de sustentação do governador Ricardo Coutinho (PSB) pertencem a partidos do bloco oposicionista, como é o caso de Nabor Wanderley e Jullys Roberto, do PMDB, e o tucano Antônio Mineral (PSDB).

Leia também: Oposição escolherá líder na véspera do retorno da ALPB; Renato Gadelha coloca nome à disposição

Gadelha ressaltou que as comissões são balizadas pelo número de parlamentares dos partidos.  “E aí nós vamos ter uma participação mais ativa nas comissões”, ressaltou.

O parlamentar ressaltou que embora esses deputados tenham independência para votar a favor do governo, na comissão a posição é partidária e desobedecer ao partido pode configurar infidelidade partidária.

“A comissão é partidária. Nós temos, por exemplo, Raniery Paulino (PMDB) que é de oposição e vai se posicionar. Os deputados, para a composição, vão ter que participar porque é uma decisão partidária. No mesmo caso Antônio Mineral, que está na situação, mas na hora da formação das comissões vai participar como membro do PSDB. Então, no somatório de deputados, vai contar como PSDB”, explica.

Lira revela apoio para liderar PMDB e aposta em Cássio para o 1º vice

Em entrevista ao programa 60 Minutos, apresentado pelos jornalistas Heron Cid e Anderson Soares, na Rádio Arapuan FM, o  senador Raimundo Lira comentou, na noite desta terça-feira (10), as especulações  da indicação de seu nome para liderar a bancada do PMDB no Senado  e do senador Cássio Cunha Lima  (PSDB) assumir a 1ª vice-presidência do Casa.

Sobre Cássio, Lira disse que se dependesse da sua vontade ele escolheria o senador paraibano para o cargo.

Já sobre a liderança do PMDB, Raimundo Lira adiantou que tem recebido apoios  de senadores de sua bancada, mas não definiu ainda sua candidatura.

O peemedebista disse que fará avaliação sobre o que está acontecendo em Brasília e,  se oficializar a candidatura,  será quando estiver faltando uns cinco dias para a eleição.

Críticas de Antônio Sousa  – O senador Raimundo Lira (PMDB) evitou falar sobre críticas do tesoureiro do PMDB Antônio Sousa, que alegou, através de mensagem, que a aliança do peemedebista com o governador Ricardo Coutinho o levou a várias derrotas eleitorais.

Raimundo Lira disse que não tinha lido o texto escrito por Antônio Sousa e, por esse motivo, não iria comentar o assunto.

Roberto Targino – MaisPB

Fábio Tyrone anuncia nomes para compor secretariado em Sousa; confira lista

O prefeito diplomado da cidade de Sousa, Fábio Tyrone (PSB), anunciou, nesta segunda-feira (19), durante entrevista coletiva à imprensa, nomes que comporão o seu secretariado a partir de 1º de janeiro de 2017.

O vice-prefeito diplomado Zenildo Oliveira (PSD), vereadores e aliados prestigiaram o evento, que aconteceu na Câmara Municipal.

Dentre os nomes anunciados por Tyrone, estão Johanna Estrela, para a secretaria de Ação Social, Amanda Silveira, para a secretaria de Saúde, Osnildo Silveira, para a secretaria de Administração, Helder Carvalho, para a Chefia de Gabinete, Júnior César, para a secretaria de Finanças,  Zenias Alves, para a secretaria de Agricultura e Meio Ambiente.

O 1º escalão da futura gestão também contará com os seguintes auxiliares:

Thomas Marques – (Agência de Desenvolvimento);

Sauly Gomes – (Controladoria do Município);

Eugênio Rodrigues – (Secretaria de Comunicação Social);

João Abrantes – (Secretário Executivo)

Delano Gleibson – (Secretaria de Esportes)

Socorro Antunes – (Secretaria de Educação)

Diógenes Ferreira – (Sec. Planejamento)

Fernando Botelho – (Procuradoria do Município)

Luiz Gonzaga – (Secretaria de Infraestrutura)

José Allan – (STTRANS)

O prefeito adiantou que ao longo da semana anunciará os nomes dos demais auxiliares do seu futuro governo em Sousa.

MaisPB

Calero diz que Temer propôs ‘chicana’ para ajudar Geddel Vieira

O ex-ministro da Cultura Marcelo Calero acusou o presidente Michel Temer de propor que fosse feita uma “chicana”, manobra jurídica para conseguir, via Advocacia-Geral da União (AGU), uma decisão que fosse boa “para todos” no caso do embargo proposto pelo Instituto Nacional do Patrimônio Artístico Nacional (Iphan) à construção do edifício La Vue, em Salvador, onde o ex-ministro Geddel Vieira Lima tinha comprado um apartamento. Em entrevista ao “Fantástico”, da Rede Globo, Calero contou que a orientação de Temer foi dada numa reunião para a qual o presidente o havia convocado no Palácio do Planalto.

Um dia antes dessa reunião, ao receber o primeiro relato de Calero sobre a questão, Temer teria dado outra orientação, dizendo que não era preciso atender ao pleito de Geddel.

– Em menos de 24 horas, todo aquele respaldo que ele me havia garantido, ele me retira. Me determina que eu criasse uma manobra, um artifício, uma chicana, como se diz no mundo jurídico, para que o caso fosse levado à AGU – disse Calero ao “Fantástico”.

A interferência da AGU no caso seria uma tentativa de revogar decisão da direção nacional do Iphan, que mandou parar a obra por questões de preservação do patrimônio em Salvador, depois que a representação do órgão na Bahia, controlada por Geddel, havia liberado a construção do prédio de 31 andares.

Calero disse que gravou uma ligação telefônica que fez a Temer para pedir demissão, mas assegurou que a conversa é formal. O ex-ministro evitou confirmar se também gravou conversas telefônicas com Geddel e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, mas fontes ouvidas pelo GLOBO confirmam que Calero usou um gravador digital para registrar conversas com Temer, o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e Geddel.

As conversas estão sendo transcritas pela Polícia Federal e deverão servir de base para futura decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre pedido de investigação de Geddel por suposta advocacia administrativa, entre outros crimes. O STF deverá decidir se a investigação é extensiva a Padilha e Temer.

Ontem, antes de a entrevista do ex-ministro ser divulgada, Temer classificou de indigna a decisão de Calero de gravar secretamente uma das conversas que os dois tiveram sobre o assunto.

– Com toda franqueza, gravar clandestinamente, sempre algo desarrazoável, é indigno. Um ministro gravar o presidente da República é gravíssimo – disse Temer. – Se gravou, eu espero que essa gravação logo venha à luz, vou exigir que venha à luz. Vocês sabem que sou cuidadoso nas palavras, jamais diria algo inadequado.

Apesar de dizer que não defendeu nenhum interesse privado do ex-ministro Geddel, Temer admitiu que soube que ele era dono de um apartamento do La Vue na quinta-feira da semana retrasada, um dia antes de Marcelo Calero se demitir do Ministério da Cultura. O apartamento de Geddel estaria avaliado em mais de R$ 2 milhões.

– Eu não estava patrocinando nenhum interesse privado, data venia – disse.

O presidente disse que, a partir de agora, examinará se pede ao Gabinete de Segurança Institucional para gravar todas as suas audiências. Afirmou ainda que está analisando nomes para substituir Geddel na Secretaria de Governo.

– O perfil será com alguém de lisura absoluta; por outro lado, alguém que tenha uma boa interlocução com o Congresso – disse.

Ao “Fantástico”, Calero rebateu as acusações de que agiu errado ao gravar as conversas:

– Eu vi algumas declarações dizendo que eu teria sido desleal. Eu acho que o servidor público tem que ser leal, mas não pode ser cúmplice. Leal, mas não cúmplice.

G1.

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