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POLÍTICA

Cajazeiras: jornal destaca "embate" por votos pra deputado federal entre os vereadores Marcos Barros e Léa Silva

A coluna ‘Faisqueira’ publicada semanalmente no Jornal Gazeta do Alto Piranhas trouxe na sua edição da última sexta-feira (21), a existência de um embate por votos entre o vereador e presidente da Câmara de Cajazeiras, Marcos Barros (PSB) e a vereadora Léa Silva (DEM).

Marcos vota e trabalha para Gervásio Maia (PSB), já Léa continua sendo a principal cabo eleitoral do deputado federal e candidato a reeleição, Efraim Filho (DEM)

Nota:

Parada federal Marcos Barros e Léa Silva estão se testando de novo nas eleições deste ano, num outro patamar: Marcos vota em Gervásio Maia e Léa Silva em Efraim Filho. Os dois estão no mesmo palanque, mas brigando voto a voto para eleger o seu deputado federal. É uma prévia de 2020. Marcos teria passado uma “rasteira” em Léa, trazendo para o seu time duas lideranças da Zona Norte, antes de sua inteira e absoluta confiança. Léa diz que vai ter retorno.

 

VÍDEO: Após reunião, juiz proíbe carros de som e fogos de artifício no debate eleitoral de Cajazeiras

 

Uma reunião realizada no Fórum Ferreira Júnior, nesta quarta-feira (19), definiu os últimos detalhes do debate com os candidatos a governador da Paraíba que será promovido pela TV Diário do Sertão e a OAB de Cajazeiras no dia 24 de setembro (segunda-feira).

O encontro reuniu o presidente do Sistema Diário de Comunicação, Petson Santos; presidente e tesoureira da OAB de Cajazeiras, João de Deus Quirino Filho e Vanja Sobral; o juiz eleitoral Thiago Rabelo; o Capitão Fernando representando a Polícia Militar e a promotora do Ministério Público, Sarah Araújo.

Entre eles foram definidas as regras de segurança para o evento e foi proibida a utilização de carros de som por parte das coligações e fogos de artifícios.

O presidente da OAB de Cajazeiras, João de Deus Quirino Filho, o juiz eleitoral Thiago Rabelo e o Capitão Fernando dão mais detalhes sobre a reunião.

“Nós estamos nos precavendo de tudo que pode ser pensado para garantir a segurança dos candidatos, dos seus assessores, dos convidados e dos populares que querem ir ao local. A OAB está totalmente preparada para oferecer uma estrutura jamais vista nos três debates que nós já fizemos”, destacou João de Deus.

“A gente pede à população que não vá com seu carro de som. A Polícia Militar vai estar atenta e se houver aquele que tente burlar, terá seu veículo apreendido”, alertou o juiz Thiago Rabelo.

“Eu ressalto também o uso de fogos de artifícios, tendo em vista que nós temos duas casas de saúde e isso é proibido pelas legislações vigentes”, frisou o Capitão Fernando.

Thompson tem candidatura barrada e fala com exclusividade ao Diário do Sertão sobre a decisão

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) acatou o pedido de impugnação da candidatura do ex-reitor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Thompson Mariz (PSB), que disputaria vaga na Câmara Federal. O pedido de impugnação foi feito pela Procuradoria Regional Eleitoral tomando como base a rejeição das contas de 2005 do então reitor.

De acordo com o próprio Thompson Mariz, dois motivos levaram o TRE a barrar sua candidatura. O primeiro foi a contratação de ônibus para levar alunos da UFCG a um congresso da União Nacional dos Estudantes Secundaristas (UNES) e para um congresso de cultura e artes em Goiânia-GO. O outro motivo foi suposto fracionamento de despesas.

Sobre a primeira acusação, Mariz não considera que disponibilizar ônibus para alunos participarem de eventos estudantis seja um ato doloso. Já a respeito do segundo caso, ele alega que quem fracionou despesas foi o então diretor do Hospital Universitário Alcides Carneiro, órgão do qual ele não era responsável pelas finanças, já que a UFCG tem várias unidades gestoras e o hospital, por sua vez, tinha o diretor como ordenador de despesas.

VEJA TAMBÉMEx-reitor da UFCG visita Hospital Universitário Júlio Bandeira, em Cajazeiras

Em contato com o Diário do Sertão, Thompson Mariz explicou a situação, se defendeu das acusações, pediu desculpas aos seus eleitores e justificou porque ele não vai recorrer da decisão.

“Quero agradecer do fundo do coração por terem acreditado nas minhas propostas e pedir desculpas a vocês por esse constrangimento. Não vou recorrer ao TSE [Tribunal Superior Eleitoral]. É uma decisão pessoal. Saio limpo desse processo, com a consciência tranquila. Deus quis assim e eu tenho que arcar com o ônus dessa decisão e acatar de cabeça erguida porque me orgulho de ter enviado os alunos para participar de um congresso científico e um congresso de cultura e arte. E os fracionamentos de despesas não foram feitos pela nossa unidade. Eles não se ativeram a isso e lamentavelmente impugnaram a minha candidatura.”

Ouça o áudio exclusivo de Thompson Mariz

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PORTAL DIÁRIO

Datafolha: 89% defendem afastamento de Temer

A grande maioria dos brasileiros quer ver Michel Temer processado e investigado, diz uma nova pesquisa do Datafolha.

Segundo o levantamento, 89% são favoráveis a que a Câmara autorize a abertura de processo contra ele por organização criminosa e obstrução de justiça.

Apenas 7% dos entrevistados são contrários à aprovação da denúncia, que implicaria no afastamento de Temer por até seis meses, caso a decisão da Câmara fosse aceita pelo Supremo.

O Datafolha ouviu 2.772 pessoas em 194 cidades, nos dias 27 e 28 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Michel Temer (PMDB) é acusado de liderar um esquema do seu partido que teria recebido ao menos R$ 587 milhões de propina.

Além disso, ele teria dado aval à compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso no Paraná, pela JBS.

A gestão Michel Temer (PMDB) atingiu a maior reprovação já registrada pelo Datafolha desde o início da redemocratização no país: apenas 5% de aprovação.

As informações são de reportagem de Marco Rodrigo Almeida na Folha de S.Paulo.

A pesquisa do Datafolha, instituto que no fim de semana apontou Lula como líder absoluto na corrida presidencial de 2018, misturou a questão sobre o processo de Temer à outra, sobre a prisão do ex-presidente, que ofende o ordenamento jurídico brasileiro, uma vez que a lei não estabelece prisão de condenados em primeira instância.

Com isso, segundo o instituto, 54% dos brasileiros defenderiam a prisão do petista.

Brasil 247

Congresso terá semana decisiva na votação da reforma política

A semana de atividades do Congresso Nacional será decisiva para a conclusão das discussões sobre a reforma política. Após diversas tentativas de votação, o debate segue arrastado na Câmara dos Deputados e no Senado e corre o risco de ter poucas ou mesmo nenhuma medida aprovada para as próximas eleições. Para ter validade em 2018, as mudanças na legislação precisam ser sancionadas até sexta-feira (6).

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Na tarde desta segunda-feira (2), o plenário da Câmara volta a analisar o substitutivo aglutinativo ao Projeto de Lei 8.612/17, de relatoria do deputado Vicente Cândido (PT-SP). O texto propõe a criação do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), com recursos públicos e de execução obrigatória. Parlamentares tentaram apreciar a medida na semana passada, mas por falta de consenso, o próprio relator pediu que a análise fosse adiada.

Para viabilizar a votação do projeto, Cândido passou os últimos dias tentando construir um acordo com os partidos. O parlamentar tem defendido a criação do fundo com o teto máximo de R$ 2 bilhões, oriundos dos cofres públicos. Para ele, o fundo poderia ser complementado com recursos privados até atingir o montante que considera ser ideal para custear as campanhas no país, um valor “por volta de R$ 3 bilhões a R$3,5 bilhões”, segundo ele.

Cândido tenta emplacar um novo texto para substitui trechos do PL. O esforço na busca do consenso é uma tentativa de salvar o fundo público para as campanhas eleitorais do próximo ano, já que o projeto de lei recém-aprovado pelo Senado não encontrou apoio entre os deputados.

Em uma tentativa de dar mais celeridade à análise da matéria, os parlamentares rejeitaram o pedido de urgência, o que diminuiria os prazos para tramitação do projeto na Câmara. Dessa forma, a criação do fundo permanece indefinida e, até o momento, continuam em vigor as regras atuais: uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) proíbe a doação de pessoas físicas para o financimento de campanhas eleitorais.

Além do fundo público para as campanhas, o projeto também regulamenta a forma de arrecadação de doação de pessoas físicas e os limites para gastos com campanha já nas eleições em 2018, para cada cargo em disputa. O PL define ainda regras como o horário de veiculação de propaganda eleitoral, campanha na internet, incorporação no texto legal da proibição de doações de pessoas jurídicas, criação de outras formas de arrecadação de doações de pessoas físicas, pesquisas eleitorais e participações em debates.

Fim das Coligações em 2020

Já a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 282/16 é o texto da reforma política com tramitação mais adiantada no Congresso. No entanto, apesar de já ter passado pelo plenário da Câmara, ainda depende de aprovação da redação final na comissão especial antes de seguir para apreciação do Senado.

A PEC prevê o fim das coligações proporcionais a partir de 2020. O texto também estabelece a adoção de uma cláusula de desempenho para que os partidos só tenham acesso aos recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda no rádio e na TV se atingirem um patamar mínimo de candidatos eleitos em todo o país.

Representação feminina

A Câmara também deve analisar na próxima terça-feira (3) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 134/15, oriunda do Senado, que tenta inserir instrumentos legais para aumentar a participação de mulheres na política.

O texto garante um percentual mínimo de participação de homens e mulheres nas vagas para a Câmara dos Deputados, assembleias legislativas, Câmara Legislativa do Distrito Federal e câmaras municipais nas três legislaturas seguintes à promulgação. Pela PEC, cada sexo deverá ter, no mínimo, 10% das cadeiras na primeira legislatura; 12% na segunda; e 16% na terceira.

Denúncia

Em meio às votações da reforma política, o início dos trabalhos da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em relação à denúncia contra o presidente Michel Temer e dois de seus ministros deverá movimentar a Câmara. Escolhido o relator, Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), e notificado os denunciados, a comissão começa de fato a apreciar a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Segundo o presidente da CCJ, deputado Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), o único ponto ainda não totalmente pacificado na tramitação da denúncia é em relação à analise fatiada. Pacheco já rejeitou questão de ordem do deputado Alessandro Molon (Rede-RJ), que propunha a divisão da denúncia. No entanto, Molon anunciou que entrará com um novo requerimento pedindo o fatiamento. A definição sobre a questão deve ocorrer nesta segunda-feira (2).

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