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POLÍTICA

João Azevêdo se reúne com Aguinaldo Ribeiro e representantes da região de Cajazeiras em Brasília

O governador eleito da Paraíba, João Azevêdo (PSB) deixou as divergências políticas de lado e nesta terça-feira (30) em Brasília se reuniu com o deputado federal reeleito e atual líder do Governo Federal, na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro (PP), onde a principal pauta foi firmar parcerias para viabilizar emendas para Paraíba.

João foi até o gabinete do progressista ao lado do deputado federal, Wilson Filho, atual coordenador da bancada federal paraibana.

“Temos que olhar pra frente e esquecer as eleições. Agora é todo mundo trabalhar pelo nosso estado. A união faz a força,” frisou.

O governador eleito conversou ainda com o prefeito de Cajazeiras, José Aldemir (PP), o senador Raimundo Lira (PSD) e empresários  da cidade sertaneja, que visam alocar emendas  para construção do Hospital Universitário de Cajazeiras. O casa de saúde atenderá toda a região com mais de 200 leitos e será coordenado pelo Campus da UFCG.

Ministério da Economia vai reunir Fazenda, Indústria e Planejamento; Meio Ambiente ficará com Agricultura

O economista Paulo Guedes , indicado para ministro da área econômica do governo deJair Bolsonaro , disse nesta terça-feira que a área econômica terá apenas uma pasta: a da Economia. A estrutura englobará Fazenda, Planejamento, e Indústria e Comércio Exterior. A decisão contraria o que Bolsonaro havia dito em campanha, após críticas do setor. O futuro ministro e o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), indicado para a Casa Civil, também confirmaram que as pastas de Agricultura e Meio Ambiente serão reunidas.

As informações foram passadas pelos dois após a primeira reunião da equipe do presidente eleito, na casa do empresário Paulo Marinho, na Zona Sul do Rio. O novo governo discute ter entre 15 e 16 pastas. Eles não informaram sobre qual ministério ainda estão em dúvida.

A união dos ministérios da Fazenda e da Indústria e Comércio foi criticada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e por outras entidades do setor. Questionado sobre as críticas do setor, Paulo Guedes ironizou o pedido de incentivos fiscais das empresas.

— Interessante. No programa, os três já estavam juntos. Foi criticado pelo setor? Pelos industriais? Está havendo uma desindustrialização há 30 anos. Nós vamos salvar a indústria brasileira, apesar dos industriais— afirmou, sem responder sobre questões pontuais, como o destino do Rota 2030.

A crítica do economista se refere ao que ele considera um excessivo lobby por benefícios fiscais e proteção contra o mercado externo.

— Os impostos são muito altos, a complexidade burocrática, os juros muito altos. O que aconteceu é que o Ministério da Indústria e Comércio acabou se transformando em uma trincheira da Primeira Guerra Mundial, defendendo subsídios, desonerações, coisas que prejudicam a indústria brasileira. É evidente que não vamos fazer uma abertura abrupta da economia para fragilizar a indústria brasileira. Vamos retomar o crescimento da indústria garantindo juros baixos, a desburocratização — destacou.

Na mesma entrevista, Onyx confirmou outro ponto polêmico, a fusão entre as pastas do Meio Ambiente e da Agricultura.

— O Ministério do Meio Ambiente e Agricultura estarão no mesmo ministério como desde o primeiro momento — disse Onyx Lorenzoni, afirmando que o presidente eleito não havia recuado em nada.

Na quarta-feira passada, após visita ao então candidato à Presidência, o presidente da União Democrática Ruralista, Luiz Antonio Nabhan Garcia, principal consultor de Bolsonaro para agronegócio, informou que a proposta de fundir os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente poderia ser revista. Antes do encontro, ele havia defendido que a fusão era positiva e uma demanda dos produtores.

— Ninguém pode ter um governo duro, autoritário, sem flexibilidade, com arrogância. Se for o melhor para o Brasil, depois de eleito, todos vão sentar, e ele vai ouvir toda a sociedade. É inevitável a fusão de várias pastas. Porém, estamos ouvindo todos. Se tiver que haver flexibilização, haverá — disse Nabhan na ocasião.

O ex-presidente do PSL Gustavo Bebianno, que vai integrar a equipe de transição, informou que já estão definidos os nomes para cerca de 80% dos ministérios.

  Hoje já foram decididos alguns nomes, teve um significativo avanço. Em torno de 80% dos ministérios já estão definidos. Por questão estratégica nossa, vamos passar os nomes um pouquinho mais pra frente - disse Bebianno, após reunião da cúpula do governo eleito.

Bolsonaro já confirmou dois nomes para o ministério, além de Paulo Guedes: Onyx  Lorenzoni para a Casa Civil e general Augusto Heleno para a Defesa. Em vídeo publicado no Facebook nesta terça-feira, o astronauta Marcos Pontes revelou que  assumirá a pasta  de Ciência e Tecnologia.

Na segunda-feira, o presidente eleito disse que vai convidar o juiz Sergio Moro para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) ou o Ministério da Justiça. Bolsonaro informou que ainda não procurou o magistrado, mas ressaltou que quer agendar a conversa em breve. A interlocutores, o juiz diz que não descarta participar do governo de Bolsonaro . Em nota divulgada nesta terça-feira, Moro declarou que, se o convite for feito, "será objeto de ponderada discussão e reflexão" .

Pelo menos duas vagas na Corte serão abertas nos quatro anos de mandato do capitão da reserva, com as aposentadorias compulsórias dos ministros Celso de Mello e Marco Aurélio Mello.

Jair Bolsonaro é eleito presidente do Brasil; vitória foi oficializada pouco depois das 19h20min

Jair Messias Bolsonaro (PSL), de 63 anos, foi eleito neste domingo (28) para comandar o Brasil até 2022. Para conquistar pela primeira vez o cargo mais importante do Executivo nacional, o deputado federal derrotou Fernando Haddad (PT) no segundo turno do pleito.

A vitória foi oficializada pouco depois das 19h20, quando mais de 94% das urnas já haviam sido apuradas e Haddad não tinha mais condições de alcançar Bolsonaro.

Na parcial que definiu a vitória, o candidato do PSL somava mais de 55,2 milhões de votos, contra 44,1 milhões do petista. Restavam ainda ser apurados pouco mais e 7 milhões de votos.

A vitória confirma todas as pesquisas de intenção de voto, que apontavam Bolsonaro com ampla vantagem sobre Haddad e menor rejeição do que o petista. No primeiro turno, ele obteve quase 50 milhões de votos e avançou em primeiro lugar para a disputa final.

Trajetória
Nascido na cidade de Campinas, no interior de São Paulo, em 21 de março de 1955, Bolsonaro é ex-militar, foi vereador da cidade do Rio de Janeiro de 1989 a 1991 e está em seu sétimo mandato como deputado federal pelo Rio de Janeiro. Em 2014, recebeu 464.572 votos e o foi candidato mais votado do Estado.

A carreira de Bolsonaro como militar começou na Escola Preparatória de Cadetes do Exército. Depois, se formou na Academia Militar das Agulhas Negras. Entre 1979 e 1981, ele serviu no 9º Grupo de Artilharia de Campanha, situada na cidade de Nioaque (MS), onde integrou a Brigada de Infantaria Paraquedista.

Em 1986, se formou no curso de educação física na Escola de Educação Física do Exército. Três anos mais tarde, liderou um protesto contra os baixos salários dos militares.

Ao infringir o regulamento disciplinar do Exército, ficou preso por 15 dias. No ano seguinte, novos atos de indisciplina ocorreram e foram atribuídos a Bolsonaro e outros militares que foram julgados e inocentados pela Justiça Militar. Em 1988, foi para a reserva e deu início à carreira política.

Ascensão à Presidência
A decisão de Bolsonaro de disputar o cargo mais importante do Executivo aconteceu em 2014, após a reeleição da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). A defesa do antipetismo garantiu ao capitão visibilidade nas redes sociais e foi convidado pelo PSL (Partido Social Liberal) para disputar a vaga para o Planalto.

Para a disputa do primeiro turno, a coligação “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos” ganhou apoio do PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro), do futuro vice-presidente, general Hamilton Mourão.

No dia 7 de outubro, Bolsonaro obteve mais de 49,3 milhões de votos, sendo 113.690 fora do Brasil. Para o segundo turno, coube a ele administrar a vantagem de mais de 18 milhões de votos sobre Haddad, que foi o escolhido por 31,3 milhões de eleitores no primeiro turno.

Paraibana é eleita governadora do Rio Grande do Norte

A paraibana Fátima Bezerra (PT) foi eleita governadora do Rio Grande do Norte neste domingo (2) com mais de 900 mil votos. Ela disputava o cargo com Carlos Eduardo (PDT). Ela é a única mulher eleita governadora no Brasil.

Ao votar, a petista garantiu incentivo a projetos para criar empregos através de micro e pequenas empresas. “Nós vamos, se Deus quiser, enviar à Assembleia Legislativa o projeto de lei para criar a Lei Estadual do Apoio à Micro, Pequena e Média Empresa. Nós vamos, se Deus quiser também, criar o programa estadual de compras governamentais e nós vamos expandir o Proadi para a micro e pequena empresa. Isso tem tudo a ver exatamente com o comércio do Alecrim. Por quê? Porque é exatamente a micro e a pequena empresa, no Brasil, que mais gera empregos”, declarou.

Cajazeiras bate recorde e Haddad obtém 81,49% dos votos válidos

A cidade de Cajazeiras deu uma votação expressiva ao candidato Fernando Haddad, chegando a 81,49% dos votos válidos contra 18,51% de Bolsonaro.

No primeiro turno, o petista obteve 19.219 votos e ficou com 56,57%. O segundo colocado foi o candidato Ciro Gomes (PDT) com 24,33% das intenções e em terceiro Jair Bolsonaro ficou 16,46%.

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