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POLÍTICA

Datafolha: 89% defendem afastamento de Temer

A grande maioria dos brasileiros quer ver Michel Temer processado e investigado, diz uma nova pesquisa do Datafolha.

Segundo o levantamento, 89% são favoráveis a que a Câmara autorize a abertura de processo contra ele por organização criminosa e obstrução de justiça.

Apenas 7% dos entrevistados são contrários à aprovação da denúncia, que implicaria no afastamento de Temer por até seis meses, caso a decisão da Câmara fosse aceita pelo Supremo.

O Datafolha ouviu 2.772 pessoas em 194 cidades, nos dias 27 e 28 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Michel Temer (PMDB) é acusado de liderar um esquema do seu partido que teria recebido ao menos R$ 587 milhões de propina.

Além disso, ele teria dado aval à compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso no Paraná, pela JBS.

A gestão Michel Temer (PMDB) atingiu a maior reprovação já registrada pelo Datafolha desde o início da redemocratização no país: apenas 5% de aprovação.

As informações são de reportagem de Marco Rodrigo Almeida na Folha de S.Paulo.

A pesquisa do Datafolha, instituto que no fim de semana apontou Lula como líder absoluto na corrida presidencial de 2018, misturou a questão sobre o processo de Temer à outra, sobre a prisão do ex-presidente, que ofende o ordenamento jurídico brasileiro, uma vez que a lei não estabelece prisão de condenados em primeira instância.

Com isso, segundo o instituto, 54% dos brasileiros defenderiam a prisão do petista.

Brasil 247

Congresso terá semana decisiva na votação da reforma política

A semana de atividades do Congresso Nacional será decisiva para a conclusão das discussões sobre a reforma política. Após diversas tentativas de votação, o debate segue arrastado na Câmara dos Deputados e no Senado e corre o risco de ter poucas ou mesmo nenhuma medida aprovada para as próximas eleições. Para ter validade em 2018, as mudanças na legislação precisam ser sancionadas até sexta-feira (6).

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Na tarde desta segunda-feira (2), o plenário da Câmara volta a analisar o substitutivo aglutinativo ao Projeto de Lei 8.612/17, de relatoria do deputado Vicente Cândido (PT-SP). O texto propõe a criação do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), com recursos públicos e de execução obrigatória. Parlamentares tentaram apreciar a medida na semana passada, mas por falta de consenso, o próprio relator pediu que a análise fosse adiada.

Para viabilizar a votação do projeto, Cândido passou os últimos dias tentando construir um acordo com os partidos. O parlamentar tem defendido a criação do fundo com o teto máximo de R$ 2 bilhões, oriundos dos cofres públicos. Para ele, o fundo poderia ser complementado com recursos privados até atingir o montante que considera ser ideal para custear as campanhas no país, um valor “por volta de R$ 3 bilhões a R$3,5 bilhões”, segundo ele.

Cândido tenta emplacar um novo texto para substitui trechos do PL. O esforço na busca do consenso é uma tentativa de salvar o fundo público para as campanhas eleitorais do próximo ano, já que o projeto de lei recém-aprovado pelo Senado não encontrou apoio entre os deputados.

Em uma tentativa de dar mais celeridade à análise da matéria, os parlamentares rejeitaram o pedido de urgência, o que diminuiria os prazos para tramitação do projeto na Câmara. Dessa forma, a criação do fundo permanece indefinida e, até o momento, continuam em vigor as regras atuais: uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) proíbe a doação de pessoas físicas para o financimento de campanhas eleitorais.

Além do fundo público para as campanhas, o projeto também regulamenta a forma de arrecadação de doação de pessoas físicas e os limites para gastos com campanha já nas eleições em 2018, para cada cargo em disputa. O PL define ainda regras como o horário de veiculação de propaganda eleitoral, campanha na internet, incorporação no texto legal da proibição de doações de pessoas jurídicas, criação de outras formas de arrecadação de doações de pessoas físicas, pesquisas eleitorais e participações em debates.

Fim das Coligações em 2020

Já a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 282/16 é o texto da reforma política com tramitação mais adiantada no Congresso. No entanto, apesar de já ter passado pelo plenário da Câmara, ainda depende de aprovação da redação final na comissão especial antes de seguir para apreciação do Senado.

A PEC prevê o fim das coligações proporcionais a partir de 2020. O texto também estabelece a adoção de uma cláusula de desempenho para que os partidos só tenham acesso aos recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda no rádio e na TV se atingirem um patamar mínimo de candidatos eleitos em todo o país.

Representação feminina

A Câmara também deve analisar na próxima terça-feira (3) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 134/15, oriunda do Senado, que tenta inserir instrumentos legais para aumentar a participação de mulheres na política.

O texto garante um percentual mínimo de participação de homens e mulheres nas vagas para a Câmara dos Deputados, assembleias legislativas, Câmara Legislativa do Distrito Federal e câmaras municipais nas três legislaturas seguintes à promulgação. Pela PEC, cada sexo deverá ter, no mínimo, 10% das cadeiras na primeira legislatura; 12% na segunda; e 16% na terceira.

Denúncia

Em meio às votações da reforma política, o início dos trabalhos da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em relação à denúncia contra o presidente Michel Temer e dois de seus ministros deverá movimentar a Câmara. Escolhido o relator, Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), e notificado os denunciados, a comissão começa de fato a apreciar a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Segundo o presidente da CCJ, deputado Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), o único ponto ainda não totalmente pacificado na tramitação da denúncia é em relação à analise fatiada. Pacheco já rejeitou questão de ordem do deputado Alessandro Molon (Rede-RJ), que propunha a divisão da denúncia. No entanto, Molon anunciou que entrará com um novo requerimento pedindo o fatiamento. A definição sobre a questão deve ocorrer nesta segunda-feira (2).

“Parte do PMDB é Governo”, diz Gervásio

 
13/09/2017 às 11h55 atualizado em 13/09/2017 às 12h59

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Gervásio Maia (PSB), considerou, na manhã desta quarta-feira (13), importante uma aliança dentre PMDB e PSB para disputar o Governo do Estado para as eleições 2018.

Gervásio Maia  lembra que uma parte do seu ex-partido já faz parte base do governador Ricardo Coutinho.

“Uma ala forte do PMDB já vem na aliança com o PSB desde 2014 quando foi celebrada uma aliança. Tenho dificuldade de falar da realidade de outros partidos mas é claro que é importante”, afirmou.

O socialista também defendeu o nome de João Azevêdo para disputar o Governo do Estado e disse que o secretário tem todas as condições de encabeçar a chapa majoritária.

“João é uma pessoa que tem um conhecimento muito profundo de administração pública. Tenho certeza que ele tem todas as condições de continuar em um projeto”, finalizou.

Roberto Targino e Bruno Lira – MaisPB

‘Lula estará de cabeça erguida’, diz Frei sobre depoimento do petista

 
13/09/2017 às 10h11 atualizado em 13/09/2017 às 10h39
Deputado Frei Anastácio (Foto: Bruno Lira)

Defensores do ex-presidente Lula (PT) têm uma expectativa positiva para o depoimento do petista ao juiz federal Sérgio Moro, que ocorre na tarde desta quarta-feira (13) em Curitiba.

Em entrevista com ao Portal MaisPB, o deputado estadual Frei Anastácio (PT) mostrou-se confiante. “Lula vai estar de cabeça erguida diante de Sérgio Moro e vai se defender de que não deve nada a ninguém”, afirmou o petista.

Frei Anastácio defende que o ex-presidente foi a maior liderança a favor do povo que já houve no Brasil. “Foi quem mudou a política brasileira, foi quem fez o povo ter duas refeições por dia, quem trouxe escolas técnicas para população, abriu universidades”, garante o Frei. “Lula é aquele que deu dignidade ao povo brasileiro, principalmente aos pobres”, continua.

Pela segunda vez sendo interrogado na condição de réu no processo da Lava Jato, Lula vai prestar depoimento sobre um suposto pagamento de propina por parte da construtora Odebrecht. Segundo a denúncia, a empresa comprou um terreno para a construção de uma nova sede para o Instituto Lula.

Confira:

 

MaisPB

PSB é a legenda que oferece mais espaços para aliados, diz Rosas

“Quem oferece aos vários partidos a possibilidade mais ampla de participação na majoritária é o PSB”. A declaração é do presidente estadual da legenda, na Paraíba, Edvaldo Rosas, ao enumerar, durante entrevista nesta quarta-feira (13), os benefícios de o PMDB, de José Maranhão, se integrar ao projeto socialista no Estado com vistas às eleições de 2018.

O dirigente lembrou, todavia, que a discussão em torno da cabeça da chapa, para suceder o governador Ricardo Coutinho, não entra no leque de espaços a serem oferecidos. Rosas disse que o partido é quem está no governo no momento, sendo a gestão do governador Ricardo Coutinho (PSB) e, portanto, legítima para pleitear a manutenção no posto.

“É importante avaliar que quem está no governo do Estado no momento é o PSB. O PSB com Ricardo Coutinho vem fazendo um excelente trabalho em várias áreas, um dos governantes melhor avaliado do Brasil e é justo que o partido vá discutir como prioridade colocar um nome de seus quadros na cabeça de chapa, e o nome que estamos discutindo internamente é o de João Azevêdo e quem oferece aos vários partidos a possibilidade mais ampla de participação na majoritária é o PSB”, ressaltou. Segundo Rosas, os espaços disponibilizados para os partidos que integram o arco de alianças são a vice, duas vagas para o Senado Federal além de duas suplências para o Senado.

“Temos duas vagas de senador, duas vagas de suplente, uma vaga de vice, para uma composição encabeçada pelo partido. Então eu vejo com muita tranquilidade que a nossa chapa tem espaços bastantes fortalecidos para o PMDB está junto conosco em 2018, como o DEM, o PDT, o PR, o PTB, o PT, nós estamos na discussão com eles para 2018, então a participação do PMDB sairá bastante fortalecida na chapa majoritária em 2018”, arrematou.




PB Agora

 

 

 

 

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