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POLICIAL

Polícia Civil apura desvio de R$ 15 milhões em condomínio de luxo

A Polícia Civil da Paraíba, através da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa,  deflagrou na manhã desta terça-feira  (19), a 1ª fase  da Operação Maresia que apura suposto golpe na construção de um condomínio de luxo. O desvio é estimado em R$ 15 milhões.

De acordo com DDF, as investigações tiveram início há mais de três meses quando diversas vítimas procuraram a delegacia com diversa documentação  indicando que um empreendimento de luxo vinha sendo negociado há mais de 5 anos,  já tendo sido vendidos mais de 300 lotes no Brasil e no exterior, sem que nada fosse construído até a presente data.

Um dos principais responsáveis pelo empreendimento mora na Inglaterra e os demais sócios e administradores paraibanos, passaram a apresentar diversas desculpas para o descumprimento das obrigações.

Ainda assim, o empreendimento continuava a ser negociado em João Pessoa e em sites do exterior, mesmo com nenhuma construção em andamento.

Cada vítima investiu pelo menos R$ 40.000, mas algumas pessoas chegaram a investir mais de R$ 300 mil, confiando no empreendimento.

A Polícia Civil já conseguiu acesso a documentos, como registros de movimentações bancárias. A 1ª fase da Operação Maresia  tem como objetivo principal o cumprimento a 3 mandados de busca e apreensão, nos endereços obtidos pela DDF – sede principal da empresa e endereços pessoais de um administrador.

Todo o material será encaminhado para a Justiça, para a devida análise com o restante da documentação já obtida.  A DDF já ouviu dezenas de vítimas do empreendimento e alguns dos principais suspeitos já foram interrogados. As investigações serão desenvolvidas no sentido de comprovar o desvio fraudulento dos valores negociados, identificar e responsabilizar todos os beneficiados pelo esquema milionário e no sentido de rastrear e bloquear todos os bens disponíveis, para que as vítimas sejam ressarcidas pelos prejuízos acusados.

MaisPB

Mais de 63 mil presos farão exame para completar ensinos fundamental e médio

Nos dias 19 e 20 próximos, 63,7 mil presos farão o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos Privados de Liberdade (Encceja PPL). A avaliação é aplicada para permitir a pessoas em unidades prisionais que não completaram os ensinos fundamental e médio a possibilidade de obtenção do título. Entre os inscritos também há adolescentes em unidades de medidas socioeducativas.

Presos aprovados no exame do ensino médio podem pleitear a participação no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), mecanismo de seleção para entrada em universidades federais ou em outras formas de acesso ao ensino superior. O procedimento é coordenado pelo responsável pedagógico da unidade do candidato.

O exame para o ensino médio é composto de questões das áreas de Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Linguagens e Códigos e Matemática. Já o exame do ensino fundamental apresenta perguntas de disciplinas como Língua Portuguesa, Língua Inglesa, História, Geografia, Artes, Matemática, Ciências Naturais, Artes, Educação Física e Redação. Além das questões, os candidatos devem escrever uma redação.

Escolaridade

Segundo informações do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen) - feito com 70% da população carcerária do país - 51% têm ensino fundamental incompleto, 29% não concluíram o ensino médio, 9% já terminaram essa fase, 6% são alfabetizados mas sem cursos regulares e 4% são analfabetos.

Interrupção

O Enceja será realizado este ano após dois anos de interrupção. Em 2016 e em 2015 a prova não foi aplicada por falta de orçamento. Em 2014,  fizeram o exame 23 mil pessoas, total maior que o de 2013: 18 mil encarcerados.

Filho de juiz é preso suspeito de roubos e troca de tiros com PM

Um estudante de Enfermagem de 25 anos, filho de um juiz da Grande João Pessoa, foi preso, na madrugada desta segunda-feira (18), no bairro do Bessa, em João Pessoa. Ele é suspeito de roubos na região e de atirar contra uma viatura da Polícia Militar.

Segundo a Polícia Militar, o jovem atuou com apoio de um cúmplice, que estava foragido até a publicação desta matéria. Ele foi levado para a Central de Polícia Civil, no Geisel, onde negou ter efetuado os disparos. O jovem, no entanto, não quis prestar mais informações à polícia.

O filho do juiz e o comparsa teriam rendido o proprietário de um carro e tentado jogar a vítima para fora do veículo quando perceberam a chegada da polícia. Neste momento, os tiros foram disparados e uma perseguição policial foi iniciada. O filho do juiz foi preso ao tentar entrar no condomínio onde mora com a família. O outro suspeito conseguiu fugir.

Com o filho do juiz, foi recuperado um relógio roubado de um funcionário público, a carteira de um comerciante e apreendida uma pequena quantidade de maconha. Ele estava em um carro com as mesmas características do veículo que vinha sendo apontado por vítimas de roubos nos bairros do Bessa e de Manaíra, nas últimas duas semanas.

Ainda conforme a PM, horas depois da prisão foi encontrado um carro que ele o cúmplice teriam tomado por assalto em um bar na Avenida Fernando Luiz Henriques dos Santos, no bairro Jardim Oceania.

Já na manhã desta segunda-feira (18), a arma que teria sido usado pela dupla para ameaçar as vítimas e atirar contra a viatura da PM foi apreendida em uma casa na na Avenida Governador Argemiro de Figueiredo. Para a PM, isso “levanta a suspeita de que teria sido o próprio estudante preso o responsável pelos disparos contra os policiais, já que a arma foi encontrada no trajeto usado por ele para tentar fugir da prisão”.

Preso na carceragem da Central de Polícia, o jovem filho de juiz já responde a um processo por tráfico de drogas. Ele deve passar por audiência de custódia ainda nesta segunda-feira.

PMs que não são do BPTran também podem emitir multas a motoristas na PB

Policiais militares que não fazem parte do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPTran) e das Companhias de Trânsito da PM estão utilizando um equipamento que permite a aplicação de multas de trânsito ‘em tempo real’.

Leia mais Notícias no Portal Correio

De acordo com o tenente Bertuni, do 5º Batalhão da Polícia Militar, o equipamento funciona interligado com o sistema do Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba (Detran-PB).

“O policial militar também pode fazer a multa, que quem faz naturalmente é o BPTran. Quando o policial faz uma ocorrência ele pode usar esse equipamento, que é um recurso online, onde fazemos a notificação.Ele vai vincular a multa ao sistema do Detran e emitir a multa em tempo real”, disse o tenente.

 

Vídeo mostra momento em que policial aponta arma para repórter durante cobertura jornalística; veja

Por: Blog do Gordinho

O incidente aconteceu na tarde desta quarta-feira (25) na frente do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado, em João Pessoa. A equipe de reportagem da TV Cabo Branco, formada pelo repórter Herbert Araújo e repórter cinematográfico Moacir Aragão, flagrou o momento em que o policial civil José Alves, lotado na 10ª Delegacia Distrital de Cruz das Armas, aponta um revólver na direção do repórter do Portal MaisPB, Albemar Santos.

Leia mais: Repórter paraibano é agredido por policial e tem arma apontada para cabeça durante cobertura no MPPB

Albemar estava escalado pelo MaisPB e cobria o depoimento do empresário Ramon Acioly, que dava declarações ao Ministério Público da Paraíba sobre a gravação de um vídeo envolvendo um suposto esquema de propina com o prefeito interino de Bayeux, Luiz Antônio (PSDB).

Confira as imagens cedidas ao MaisPB pela TV Cabo Branco.

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MaisPB

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