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POLICIAL

Policiais aceitam incorporação de gratificações, mas exigem percentual igualitário

Em Assembleia Geral Extraordinária realizada nesta quarta-feira (15), os policiais civis de carreira decidiram aceitar a proposta do governador Ricardo Coutinho (PSB) de incorporar as gratificações aos salários desde que a medida ocorra de forma equiparada entre todas os membros que compõem a Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba (Aspol-PB). De acordo com o vice-presidente da entidade, Waldecy Feliciano, a categoria exigiu que o parcelamento anunciado pelo gestor tenha percentual igualitário.

Leia mais: Aspol reúne policiais civis nesta 4º para discutir incorporações anunciadas pelo governador

“A categoria decidiu aceitar desde que o pagamento das parcelas não tenha valor diferenciado, ou seja, o mesmo percentual”, disse. A reunião desta quarta contou com a presença de pelo menos 400 sócios e foi realizada no Auditório da Reitoria da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa. A decisão será encaminhada ao Palácio da Redenção por meio de ofício.

O secretário de estado da Segurança Pública, Cláudio Lima, explicou que o benefício concedido pelo governo, que terá incorporada aos vencimentos 40% das gratificações pagas em forma de plantão, vai elevar os salários dos policiais para R$ 3.055,00, aproximadamente. Atualmente, os salários dos policias, considerando os plantões extras, vai de R$ 2,4 mil a R$ 2,6 mil.

Ainda durante a Assembleia, também foi discutido o processo de celeridade da organização da Lei Orgânica que está sendo formulada por uma comissão, além de gratificações para a categoria investigativa que está congelada desde a medida anunciada pelo Governo do Estado e que atinge todos os servidores. “Nem todos os policiais que exercem essas funções estão recebendo”, frisou. Waldecy Feliciano ressaltou o diálogo da Aspol com o governo, destacou que compreende a situação do país, mas lembrou que o “papel da Associação garantir que os direitos da categoria sejam preservados”.

Universitária é assassinada com tiro na cabeça durante assalto

A estudante universitária Meirylane Thaís foi assassinado com um tiro na cabeça após supostamente reagir a uma tentativa de assalto. O crime aconteceu na noite da quarta-feira (15), no bairro Tambiá, quando a vítima caminhava para uma universidade particular, onde cursava Biomedicina.

De acordo com a polícia, a universitária estava acompanhada por uma amiga quando foi abordada por dois homens em uma moto.

Um dos bandidos sacou a arma e ordenou que a vítima entregasse sua bolsa e relógio. Logo em seguida, o suspeito efetuou um disparo que atingiu a cabeça da vítima.

O Samu foi acionado para socorrer a universitária, mas ao chegar ao local constatou o óbito. Por enquanto, nenhum suspeito foi preso.

MaisPB

PF faz buscas e apreensões em investigação sobre Belo Monte

A Polícia Federal deflagrou no início da manhã desta quinta-feira (16) uma operação, chamada de Leviatã, para cumprir mandados de busca e apreensão nas casas e escritórios de pessoas investigadas por propina na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. A Leviatã se baseia em provas coletadas na Operação Lava Jato.

Entre os alvos da operação, segundo a Polícia Federal, estão o ex-senador pelo PMDB do Pará Luiz Otávio e o filho do senador Edison Lobão (PMDB-MA), Márcio Lobão. Os mandados da Leviatã foram expedidos pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal.

As buscas estão relacionadas a um inquérito que corre no STF para investigar pagamento, por parte das empresas do consórcio de Belo Monte, de 1% dos valores das obras da usina ao PT e ao PMDB.

O ex-ministro do STF e antigo relator da Lava Jato, Teori Zavascki, morto em janeiro, havia separado investigações sobre corrupção no setor elétrico, o chamado “eletrolão”, da operação original, que apura fraudes na Petrobras. O inquérito sobre Belo Monte já estava sob relatoria de Fachin antes mesmo de ele suceder Zavascki como relator da Lava Jato.

O G1 tenta contato com Márcio Lobão e Luiz Otávio, mas ainda não havia conseguido resposta até a última atualização desta reportagem.

A PF no Pará informou ter apreendido um computador, DVDs e outras mídias, mas não especificou o local onde esses materiais estavam.

Histórico

Em maio de 2016, o STF autorizou abertura de inquérito para investigar Edison Lobão por desvios na obra de Belo Monte. À época do pagamento das supostas propinas ele era ministro de Minas e Energia.

Em junho, foi aberto inquérito, pelo mesmo motivo, para investigar os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), Valdir Raupp (PMDB-RO) e Jader Barbalho (PMDB-PA).

Todos são suspeitos pela prática de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por suposto recebimento de propina em contratos da obra.

A investigação das suspeitas de pagamento de propina na construção da hidrelétrica de Belo Monte foi autorizada por Fachin com base na delação premiada de Luiz Carlos Martins, funcionário da empreiteira Camargo Corrêa, dentro da Operação Lava Jato.
 

As suspeitas sobre Calheiros, Jucá, Raupp e Barbalho surgiram nos relatos feitos pelo senador cassado Delcídio do Amaral (sem partido-MS) no acordo de delação premiada assinado por ele.

O procurador-geral ressaltou ao Supremo que Luiz Carlos Martins apontou somente Edison Lobão como beneficiário de vantagens indevidas, mas que Delcídio mencionou outros supostos destinatários da propina.

Na época da abertura dos inquéritos, todos os investigados negaram recebimento de dinheiro ilegal.

O leilão da hidrelétrica foi vencido pela Norte Energia, formado pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) – subsidiária da Eletrobras -, Construtora Queiroz Galvão, Galvão Engenharia, entre outras empresas. Entretanto, a Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Odebrecht acabaram contratadas para a construção da usina.

Maior projeto brasileiro no setor elétrico, Belo Monte tem a conclusão das obras prevista para janeiro de 2019. O investimento estimado é de R$ 28,9 bilhões.

G1

PM de PE ameaça parar; na Paraíba, Governo tenta evitar greve

No vizinho Estado de Pernambuco, a Assembleia Legislativa da Paraíba aprovou, ontem (14), aumento salarial escalonado para a Polícia Militar. O reajuste concedido pelo Governo do Estado, entretanto, não agradou a categoria que ameaça greve e paralisação em pleno carnaval.

Em frente ao prédio da Assembleia, policiais militares inconformados com a proposta de aumento salarial do Governo em tramitação na Casa ameaçaram cruzar os braços e gritaram a palavra de ordem do movimento: “Não vai ter Galo”, numa referência ao bloco carnavalesco Galo da Madrugada, maior evento do carnaval pernambucano.

Na Paraíba, familiares de policiais adiaram semana passada a Assembleia que quer impedir a saída dos PM’s dos quartéis e batalhões em todo o Estado.

Ontem, o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, anunciou incorporação de gratificações aos salários da corporação, a partir de março, numa tentativa de arrefecer o movimento e impedir uma greve branca.

O deputado estadual Raniery Paulino (PMDB) solicitou uma audiência pública para discutir as reivindicações salariais das polícias Civil e Militar. O objetivo, destaca o parlamentar, é abrir um canal de diálogo e evitar que haja uma paralisação semelhante ao Espírito Santo.

MaisPB

Para Associação, Governo ‘brinca’ com policiais e Clube dos Oficiais revela revolta da categoria

A presidente da Associação das Mulheres, Mães e Pensionistas dos Policiais e Bombeiros Militares da Paraíba (Assemp), Zoraide Gouveia, considerou uma “fantasia” a incorporação de gratificações nos salários dos policiais da Paraíba, anunciada pelo governador Ricardo Coutinho (PSB). Já o presidente do Clube dos Oficiais da Paraíba, coronel Francisco, afirmou que “a tropa está revoltada”.

Em contato com o Portal MaisPB, na manhã desta quarta-feira (15), ela afirmou, ainda, que a categoria irá se reunir hoje à tarde, no município de Patos, para discutir a situação salarial dos policiais militares e possíveis manifestações.

Segundo Zoraide, a incorporação de gratificações não beneficia os militares que estão afastados da corporação.

“Esse aumento que ele deu foi em cima da gratificação, que não pega os policiais inativos e pensionistas. Isso está incluído na fantasia do governador como aumento. O governo está brincando com os militares, é mais um conto de fadas”, pontuou.

“Tropa está revoltada e insatisfeita”

Segundo o presidente do Clube dos Oficiais da Paraíba, coronel Francisco, o anúncio de incorporação de gratificações não agradou a categoria e provocou insatisfações entre os militares.

Ele afirmou que a medida anunciada pelo governador Ricardo Coutinho prejudica inativos e pensionistas. “São penduricalhos que apenas prejudicam”.

Sobre uma possível paralisação da categoria, coronel Francisco revelou que o caso ainda está sendo analisado. “Existe um total abandono da categoria por parte do Governo, mas nós sabemos que uma greve seria muito prejudicial, por isso precisa ser muito bem discutida”, arrematou o coronel.

MaisPB

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