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PARAÍBA

Governo prevê redução do êxodo rural e ‘salto econômico’ com Transparaíba

O governador Ricardo Coutinho (PSB) previu, nesta terça-feira (14), um salto econômico nas cidades que serão beneficiadas com as águas do Rio São Francisco através da TransParaíba, que ligará o açude de Boqueirão a mananciais do Curimataú paraibano.  A ordem de serviço foi assinada hoje pelo socialista e a obra vai beneficiar 19 municípios.

De acordo com Ricardo Coutinho, a TransParaíba vai democratizar ás águas da Transposição do Rio São Francisco e atrair empreendimentos.

“As micro e pequenas empresas terão a capacidade muito grande de se instalar em qualquer dessas cidades. Aqui na região você tem fruticultura e você tem mineração e essas duas atividades econômicas serão beneficiadas com a obra e pequenas indústrias poderão ser colocadas porque a água é um componente fundamental para que alguém se estabeleça”, destacou.

Com isso, Ricardo Coutinho previu o desenvolvimento local e também a diminuição do êxodo rural.

A adutora faz parte do Programa Mais Trabalho e receberá investimentos na ordem de R$ 329 milhões. Na primeira etapa da obra serão investidos cerca de R$ 197 milhões, enquanto na segunda etapa do sistema adutor, o investimento será de R$ 132 milhões, visando garantir segurança hídrica para cerca de 150 mil habitantes.

Para Ricardo Coutinho, a aplicação dos investimentos só estão sendo possível graças a organização financeira do Estado.

Roberto Targino – MaisPB

Número de nascimentos na Paraíba apresenta queda de 6,3%, diz IBGE

O número de nascimentos na Paraíba no ano passado apresentou redução de 6,3% em relação a 2015. Os dados constam na Pesquisa ‘Estatísticas do Registro Civil 2016’, divulgada nesta terça-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Enquanto em 2015 ocorreram 58.454 nascimentos na Paraíba, no ano seguintes foram contabilizados apenas 54.732. A Paraíba segue uma tendência nacional de redução de nascimentos.

Em 2016, ocorreram e foram registrados 2.793.935 nascimentos no Brasil, o que indica uma queda de 5,1% na comparação com 2015, quando tinham sido registrados 2.945.344 nascimentos.

Queda no número de casamentos

A Paraíba também apresentou queda no número de casais que disseram o “sim”. Conforme o IBGE, em 2016 foram contabilizados 16.836 casamentos, enquanto em 2015 foram registrados 18.974, uma queda de 11,26%.

Da mesma forma, o número de divórcios também apresentou redução. Neste caso, a queda alcança a 12,4%. De acordo com a pesquisa, no ano passado 4.522 casais se divorciaram, enquanto em 2015 foram registrados 5.166 divórcios.

Crise influenciou

Em entrevista ao Portal MaisPB, o sociólogo e professor da Faculdade Internacional da Paraíba (FPB), Gonzaga Júnior. afirmou que a tendência natural é que o número de nascimentos apresente uma queda ainda maior nos próximos anos. Ele relaciona a queda na natalidade ao fato da população se dedicar mais a profissão, planejamento familiar e métodos contraceptivos.

Em relação a redução no número de casamentos, Gonzaga Júnior avalia que a crise financeira pode ter influenciado, mas não é uma tendência que deve se perpetuar.

MaisPB

PB tem déficit em leitura, escrita e matemática, aponta avaliação da educação básica do Inep

Mais da metade dos estudantes paraibanos do ensino fundamental apresentou resultados insuficientes em leitura, escrita e matemática, segundo a Avaliação da Educação Básica divulgada nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). As taxas da Paraíba ficaram abaixo da média do Nordeste e figuram entre as piores do país.

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No quesito leitura, 71,53% dos estudantes paraibanos apresentaram rendimento insuficiente, sendo 35,94% elementar e 35,59% básico. Isto quer dizer que estes alunos não conseguiram ter resultados satisfatórios em questões ligadas à causa e consequência em gêneros como tirinha, anedota, fábula e literatura infantil e também não estavam aptos a reconhecer relação de tempo em texto verbal e identificar o referente de pronome possessivo em poema.

A taxa de rendimento insuficiente em leitura foi pior que a média do Nordeste, que foi 69,17%, e muito maior que a média nacional, que foi de 55,73%, em 2016. O resultado da Paraíba foi pior que Pernambuco (70,65% de nível insuficiente), Rio Grande do Norte (67,66%) e Ceará (45,24%). No país, o pior resultado foi do Sergipe, com 80,2% de rendimento irregular. A melhor taxa ficou com Minas Gerais. Lá, apenas 37,65% dos estudantes tiveram resultados insuficientes. 

Gervásio compara gestões LC e RC na PMJP e dispara: “A do PSB foi mais operosa”

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, Gervásio Maia Filho, do PSB, minimizou o que o prefeito de João Pessoa classifica de avanços na gestão municipal. Para o parlamentar, basta fazer um breve comparativo entre as duas gestões de Ricardo Coutinho à frente da prefeitura de João Pessoa, e as duas administrações de Cartaxo, para perceber a diferença gritante.

“A gestão do PSB foi infinitamente mais operosa”, disse.

Gervásio ressaltou que até agora não há uma grande obra na gestão Luciano Cartaxo que se possa destacar. No quesito projeto, Gervásio ressaltou que sequer dá para fazer um comparativo e, por esse motivo, a oposição tenta desgastar o nome do secretário João Azevêdo (PSB), como candidato ao Governo, em 2018

“A oposição tem um problema grave, que é de desgaste. Quando tiveram à frente do Governo não avançaram e o projeto do PSB, nossa geração, não tinha visto nada parecido. No momento de crise a Paraíba avança e isso preocupa a oposição. Basta perguntar qual foi a obra de Cássio, quando a grande obra em João Pessoa, nas questões de projeto não dá nem pra comparar. Eles se preocupam muito com a força que o partido tem em toda a Paraíba, e tem que se preocupar mesmo, assim como em 2014 alguns cantavam com vitória antecipada, mas quem ganhou foi o projeto”, ressaltou.

Sobre o nome de Azevêdo, Gervásio, que chegou a ser cotado como candidato ao Governo, ressaltou que a hora é do auxiliar, que sempre esteve presente em todos os projetos, que acompanha de perto cada planejamento e é o mais preparado para governador.

“Não é o meu momento. Eu defendo o nome dele porque ele vem acompanhando tudo que foi realizado na Paraíba. Eu que quero ver a Paraíba prosperar ainda mais, enxergo que ele tem condições de dar continuidade”, arrematou.




PB Agora

Pesquisas da UEPB buscam soluções para problemas sociais da Paraíba

Pesquisas desenvolvidas por professores e estudantes da Universidade Estadual da Paraíba têm buscado soluções para problemas existentes em setores como Saúde, Educação, Agricultura e Meio Ambiente. Os estudos levam em consideração demandas e críticas sociais não somente da Paraíba, mas também de outros estados do Nordeste. Essas pesquisas estão vinculadas ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC).

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Um dos projetos de destaque é o que investiga “As potencialidades das reservas hídricas subterrâneas da cidade de Guarabira”. Coordenado pelo professor de Geografia do Campus III Lanusse Salim Rocha, o estudo tem grande impacto social, pois traça estratégias para o uso correto da água.

Com atividades desenvolvidas desde o ano passado, o projeto catalogou cerca de 200 poços artesianos no entorno do município que possuem características próprias como o nível de água, locais escolhidos para perfuração, destinação final e outras que podem ser importantes no quesito gestão das águas.

“Baseados na nossa pesquisa, os gestores públicos têm informações sobre a realidade desses locais e assim podem criar estratégias e traçar metas de, por exemplo, quando e como podem utilizar a água subterrânea. Pensar o que eles podem fazer no futuro é importante, porque será possível realizar um direcionamento sobre esse bem valiosíssimo que é a água. Um dos nossos objetivos é fazer esse mapeamento, que pode ser realizado em qualquer área, para que possamos compreender melhor a geografia hídrica das localidades”, explica o professor.

Ainda explorando o potencial de pesquisas que ajudam a explorar o meio ambiente, o projeto “Materiais avançados para agricultura do Semiárido nordestino”, atua no desenvolvimento de um produto que age na fertilização controlada do solo, a partir do uso de argila e um polímero nutriente.

Coordenado pelo professor Rodrigo José de Oliveira, do curso de Química, do Campus de Campina Grande, a proposta é desenvolvida pensando na sustentabilidade, evitando a utilização indiscriminada de agrotóxicos que provocam a contaminação da terra.

“Esses estudos têm nos levado a produção de um gel formado unicamente por argila e um polímero nutriente para a aplicação no solo. A partir disso, pulverizamos o gel e com a irrigação no solo o polímero se desgruda da argila lentamente e tem sua ação direta no que diz respeito à fertilização da superfície. Conseguimos uma parceria com a Universidade de Bistol (Inglaterra) para avançar ainda mais na pesquisa”, explica o professor.

Atualmente, a UEPB tem 400 docentes atuando como orientadores de pesquisas científicas e quase 900 alunos envolvidos em projetos.

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