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PARAÍBA

Crise PSB - PT em face de críticas às OSs desmobilizou parte da presença em Lula

Mesmo com grande comparecimento, crise impediu público maior

Embora o público presente ao Ponto de Cem Réis para prestigiar o ex-presidente Lula tenha sido muito expressivo a partir da presença dele no palanque, informações obtidas com Exclusividade pelo Portal WSCOM indicam que parte da militância do PSB não se envolveu com o ato público em represália ao fato de setores do PT terem passado os dias anteriores à Caravana criticando o Governo Ricardo Coutinho pela implantação das OSs na Educação.

- Houve, de fato, um processo ruim no relacionamento com o Partido dos Trabalhadores às vésperas da chegada do presidente Lula porque não comportava o tratamento dispensado ao Governo do Estado com a incrementação das OSs na Educação do Estado - afirmou Alta Fonte ao Portal.

A posição dos deputados Anísio Maia e Frei Anastácio nesta questão das OSs azedou muito a relação dos socialistas com as direção petista às vésperas da chegada de Lula, tanto que o envolvimento do PSB não se deu como possível.

Com base em informações, a organização entre PT e PSB foi afetada sem alinhamento  mais forte dos socialistas na mobilização de público com parte não se fazendo presente ao ato.


 

Walter Santos

Associação acusa Lula de tentar ‘desqualificar’ defensores públicos

A Associação Paraibana dos Defensores Públicos emitiu, nesta segunda-feira (28), uma nota de repúdio contra as declarações emitidas pelo ex-presidente Lula (PT) durante sua passagem por Campina Grande, Agreste paraibano.

De acordo com a entidade, Lula tentou desqualificar a categoria e a Defensoria, por conta de uma ação civil pública, que tem como intuito manter o racionamento de água em nas cidades da região de Campina Grande.

Confira a nota:

A Associação Paraibana dos Defensores Públicos vem, por meio desta Nota, manifestar sua mais veemente discordância às infundadas, inverídicas e irresponsáveis acusações feitas pelo ex Presidente Luís Inácio Lula da Silva, neste fim de semana, durante ato político em Campina Grande, quando veio a ofender a competência e a dignidade dos Defensores Públicos, Dr. José Alípio Bezerra de Melo e Dr. Marcel Joffily de Souza, e, de modo geral, atingindo à própria Defensoria Pública do Estado da Paraíba.

As expressões teratológicas do ex Presidente, explanadas nitidamente sem o real conhecimento das circunstâncias pelas quais o povo paraibano vem passando, se traduziram em uma vã tentativa de desqualificar os referidos Defensores Públicos, bem como a própria Instituição, pelo fato do ajuizamento de uma ação civil pública cujo objetivo é manter o racionamento de água em Campina Grande e região, até a real comprovação e garantia de que um novo colapso hídrico não poderá ocorrer. Salienta-se que, a demanda contém mais de 10 laudas com conteúdo estritamente técnico e questões onde foram utilizados argumentos estritamente jurídicos, todos com base na legislação e na literatura específica referentes ao direito ambiental. No mesmo aspecto, o posicionamento da Defensoria Pública é o mesmo que vem sendo defendido por outras entidades de estatura constitucional, como o Ministério Público do Estado da Paraíba e o Ministério Público Federal, além do próprio Ministério da Integração, órgão federal que publicamente discordam dos posicionamentos da Agência Nacional de Águas, da CAGEPA, da AESA, todos órgãos estatais, e do Governo do Estado da Paraíba, no que tange ao fim do racionamento de forma abrupta.

Outrossim, a Associação ressalta, com firmeza, que a razão de ser da Defensoria Pública (e de qualquer outra função essencial à Justiça) não é trazer agrados aos governantes, a qualquer partido político que seja, a políticos e indivíduos politiqueiros que se utilizam da manobra de distorcer os fatos, mas, meramente, cumprir com suas funções constitucionais e institucionais, sendo que, a defesa dos direitos difusos e coletivos é uma das várias missões e prerrogativas constitucionais da Defensoria Pública.

Por fim, a APDP manifesta a mais irrestrita solidariedade a qualquer Defensor Público que seja atacado no exercício de suas funções constitucionais, sem prejuízo de ajuizamento judicial contra o ofensor, uma vez que o Defensor Publico no desempenho de suas atividades está protegido pela legislação, e reafirma veemente que, não recuará um milímetro sequer da luta contra ameaças praticadas por qualquer agente político, de qualquer esfera dos Poderes, contra a independência constitucional e funcional da Instituição e dos seus membros Defensores Públicos, que, por sua vez, como agentes públicos detém total independência para exercer suas funções, não podendo no exercício do seu mister sofrerem qualquer tipo de retaliação, notadamente partindo de indivíduos que demonstram total ignorância com relação ao mérito das questões supra referidas

Ricardo Barros – presidente da APDP.

MaisPB

Confira imagens da chegada do corpo de Dom José à Paraíba

O corpo de Dom José Maria Pires, Arcebispo Emérito da Paraíba, chegou à Paraíba às 01h55 desta terça-feira (29) vindo de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. O caixão foi levado para o hangar do Governo do Estado, onde o Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Delson, e um grupo de padres e representantes de pastorais da Arquidiocese da Paraíba, esperavam para dar início ao cortejo até a Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves, no Centro de João Pessoa. 

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Morre Dom José Maria Pires, aos 98 anos, com complicações causadas por pneumonia

A liberação do corpo foi assinada pelo Cônego Egídio de Carvalho Neto. Após uma Benção de Dom Delson, o caixão foi levado até o carro do Corpo de Bombeiros, onde foi colocado no alto do veículo. Às 2h50 o cortejo teve início, com a escolta da Polícia Militar, em direção a BR 230, seguindo pela rodovia até o Viaduto de Oitizeiro, passando por Cruz das Armas, até a Basílica, onde alguns fiéis já esperavam para o velório. Com o caixão posicionado na frente do Presbitério, o Arcebispo Dom Delson fez uma oração, e teve início o velório de “Dom Pelé”.

Dom José Maria Pires morreu na noite do último domingo (27), aos 98 anos, vítima de complicações de uma pneumonia. O religioso estava internado em um hospital em Belo Horizonte (MG).

Sobre Dom José:
Dom José Maria Pires nasceu no dia 15 de março de 1919, na cidade de Córregos (MG), filho de Eleutério Augusto Pires e Pedrelina Maria de Jesus. Foi ordenado presbítero no dia 20 de dezembro de 1941, em Diamantina (MG). No dia 25 de maio de 1957 recebeu a nomeação episcopal, e a sagração ocorreu no dia 22 de setembro de 1957, em Diamantina.

Foi formado em Teologia e Filosofia pelo Seminário de Diamantina (MG), cursos que realizou entre 1936 e 1941. Antes de ser Bispo, Dom José foi pároco de Açucena-MG (1943-1946); diretor do Colégio Ibituruna em Governador Valadares-MG (1946-1953); missionário diocesano (1953-1955); e pároco de Curvelo-MG (1956-1957). Atuou como Bispo em Araçuaí-MG (1957-1965), de onde veio para ser Arcebispo da Paraíba (1966-1995). Foi também membro da Comissão Central da CNBB e Presidente da Comissão Episcopal Regional-NE2. 

Na biografia de Dom José destaca-se a sua atuação na época da Ditadura Militar, quando desenvolveu um trabalho pautado na conjunção da atividade religiosa com a defesa dos direitos humanos, com vistas à mudança social. Prestou apoio nos conflitos pela terra na Paraíba, defendendo camponeses de perseguições. E lutou contra a discriminação e o racismo, incentivando a organização e a luta dos afro-brasileiros.

Dom José tinha como lema episcopal: “Scientiam Salutis” (A ciência da Salvação). Foi o quarto Arcebispo da Paraíba. O seu antecessor foi Dom Mário de Miranda Vilas-Boas, que assumiu o cargo em 1959 e renunciou em 21/05/1965. O Mons. Pedro Anísio Bezerra Dantas foi Vigário Capitular da Arquidiocese da Paraíba de 21/05/1965 a 27/03/1966 (período compreendido entre a renúncia de Dom Mário e a posse de Dom José). Dom José Maria Pires ficou à frente da Arquidiocese de 1966 até 29/11/1995. Foi sucedido por Dom Marcelo Pinto Carvalheira.

Mais uma fase da Operação Lava Jato foi deflagada nesta quarta-feira (23) pela Polícia Federal (PF). Desde cedo, equipes da PF cumprem mandados judiciais em Brasília, Salvador e em Cotia, em São Paulo. Leia mais notícias de Política no Portal Correio A

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Gervásio Maia, afirmou nesta terça-feira (22), em entrevista a uma rádio da capital, que o projeto político do PSB tem condições reais de vencer as eleições em 2018. Para Gervásio, o que habilita possíveis nomes do PSB na disputa das eleições de 2018, principalmente para o governo do estado, é um projeto que tem modificado a vida dos paraibanos. “A vitória do PSB em 2014 ocorreu no campo das propostas, no debate de ideias, ao lado do povo e com o povo”, afirmou, destacando as ações do governador Ricardo Coutinho no desenvolvimento da Paraíba, apesar da séria crise que o país ainda enfrenta.

Gervásio disse ainda que o PSB tem condições plenas de vencer as eleições em 2018. “O que tem sido feito no projeto político chamado Luciano Cartaxo em João Pessoa? É uma gestão apática. Veja a Beira Rio: o pouco que se começa não se conclui”, disse. “Veja a situação do Parque Solon de Lucena. Se você chegar lá com sua família não tem lugar onde estacionar o carro”, ressaltou.

Ao ser questionado sobre o nome do secretário de Recursos Hídricos, João Azevedo, como possível candidato ao governo do estado, foi categórico: “Não tenho dúvidas de que João é uma das melhores opções do partido. Para dar continuação a esse projeto político, tem que conhecer profundamente, tem que transitar por ministérios como João transita em Brasília”, frisou Gervásio, destacando ainda que as principais intervenções realizadas pelo governo do estado em João Pessoa, a exemplo do Trevo das Mangabeiras, do viaduto Eduardo Campos, o Centro de Convenções, a Escola Técnica de Mangabeira foram realizadas pela gestão do PSB.

MaisPB

Gervásio diz que convênios firmados pelo governo são importantes para preservar Centro Histórico da Capital

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Gervásio Maia, participou da solenidade de assinatura de convênios entre o Governo do Estado e instituições universitárias para revitalização do Centro Histórico de João Pessoa, nesta quinta-feira (17). 

Na ocasião, Gervásio destacou a importância da ação, lembrando que a Casa tomou iniciativa nesse sentido, com a implantação do Centro Administrativo do Poder Legislativo no Paraíba Palace. 

Para o presidente da Assembleia Legislativa, a iniciativa do Governo do Estado em firmar convênios com instituições universitárias é um grande passo na preservação do conjunto arquitetônico do Centro Histórico da Capital. "Preservar o nosso patrimônio é preservar a nossa história, uma das razões que fizeram com que optássemos em concentrar todas as atividades administrativas da Assembleia no histórico Paraíba Palace", afirmou. 

Já o governador Ricardo Coutinho explicou como o convênio entre o Governo do Estado e as instituições universitárias será colocado em prática. "O passo que estamos dando é ofertar, dentro das linhas de crédito que o Empreender dispõe, ofertar recursos para potencializar o comércio já existente e a atração de novos investimentos para concretizar a revitalização de uma área essencial para todos nós", afirmou. 

A deputada Estela Bezerra destacou o compromisso do Governo do Estado em revitalizar o Centro Histórico de João Pessoa. "Com o apoio das instituições acadêmicas, com o Iphaep e o Empreender, o governador Ricardo Coutinho está incentivando, motivando economicamente a preservação de um conjunto arquitetônico, um dos mais antigos do nosso país", ressaltou. 
Participaram ainda da solenidade, realizada no Palácio da Redenção, em João Pessoa, os deputados Branco Mendes, Jullys Roberto, Lindolfo Pires, além de auxiliares do Governo do Estado e representes de movimentos que defendem o patrimônio histórico do Estado e da capital. 

Convênio - O Governo do Estado firmou convênio, por meio do Iphaep e o do Empreender-PB, com a Universidade Federal da Paraíba, com o Centro Universitário de João Pessoa (Unipê) e com o Instituto de Educação Superior da Paraíba (Iesp). Cada instituição irá trabalhar em frentes específicas. A UFPB, por exemplo, ficará responsável pelo inventário do sítio histórico de João Pessoa. Já o Iesp, ficará encarregado de pesquisar as potencialidades econômicas do Centro Histórico de João Pessoa.

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