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NOTÍCIAS

WhatsApp agora deleta mensagens enviadas

O WhatsApp começou a liberar a função de deletar mensagens enviadas pelo app na quinta-feira (26). Os usuários estão recebendo a novidade aos poucos.

A ideia é que agora, se você mandar uma mensagem e se arrepender rápido, consiga apagar. Vale também para a mensagens enviadas para o grupo errado. Mas há um tempo para isso: você só pode deletar a mensagem em até sete minutos depois de ser enviada.

A novidade está sendo disponibilizada para usuários dos sistemas Android, iOS e Windows Phone. Em inglês, a função foi batizada de “delete to everyone” (apagar para todos). Outra função, que já existe hoje, é a “delete for me” (apagar para mim), em que você apaga a mensagem apenas no seu app.

Em breve, o app deve ter espalhado a novidade para todos se o sistema funcionar corretamente. A ativação da ferramenta é devagar, segundo o WABeta info.

A função está em fase de testes desde o final do ano passado. O Telegram, concorrente do WhatsApp, já tem essa opção.

Como funciona?
A função vale para qualquer tipo de arquivo, incluindo texto, fotos, gifs, mensagem de voz… Basta clicar sobre a mensagem e escolher a opção deletar. Atualmente, o usuário consegue apenas apagar a mensagem no seu próprio mensageiro. Com a novidade, vai poder optar por remover o que mandou para todos.

A mensagem deletada vai aparecer no chat como o aviso “esta mensagem foi deletada”. Isso só vai valer para quem já estiver com o dispositivo atualizado. Se alguém do grupo, por exemplo, ainda não estiver com a novidade, vai continuar vendo a mensagem.

MaisPB

Segunda denúncia contra Temer: saiba como votou a bancada paraibana

Os deputados federais paraibanos se posicionaram nesta quarta-feira (25) sobre a segunda denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República contra o presidente Michel Temer.

A maioria dos parlamentares (7) votou SIM e foi a favor do relatório do deputado Bonifácio Andrada (PSDB), que recomendava o arquivamento da denúncia contra o presidente da República. Já os que votaram NÃO eram a favor da análise da denúncia pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Confira abaixo como votaram os parlamentares:

 

Aguinaldo Ribeiro (PP): SIM

André Amaral (PMDB): SIM

Benjamin Maranhão (SD): SIM

Damião Feliciano (PDT): NÃO

Efraim Filho (DEM): SIM

Hugo Motta (PMDB): SIM

Luiz Couto (PT): NÃO

Pedro Cunha Lima (PSDB): NÃO

Rômulo Gouveia (PSD): SIM

Veneziano Vital (PMDB): NÃO

Wellington Roberto (PR): NÃO

Wilson Filho (PTB): SIM

Plenário da Câmara rejeita denúncia contra Temer por 251 a 233 votos

Pouco mais de um mês após chegar à Câmara, os deputados rejeitaram na noite desta quarta-feira (25) o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar o presidente da República, Michel Temer, e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral). Foram 251 votos contrários à autorização para investigação, 233 votos favoráveis e duas abstenções. Com isso, caberá ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, comunicar agora à presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmén Lúcia, a decisão da Casa. Foram 486 votantes e 25 ausentes.

Leia também: Veja como os deputados da Paraíba votaram na rejeição de denúncia contra Temer


O parecer votado nesta quarta foi apresentado pelo deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), que recomendou a inadmissibilidade da autorização da Câmara para que STF iniciasse as investigações contra o presidente e os ministros. O parecer já tinha sido aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) por 39 votos a 26, além de uma abstenção.

Disputa pelo quórum

Durante os últimos dias, a oposição, ciente que não teria os 342 votos necessários para autorizar as investigações, trabalhou intensamente para impedir que os deputados comparecessem à sessão. Isso porque o regimento interno da Casa estabelece que a votação só poderia ser iniciada com a presença mínima de dois terços dos deputados em plenário. Com isso, os oposicionistas pretendiam adiar a votação e, assim, prolongar o desgaste do governo. Os partidos de oposição chegaram a fechar acordo para que poucos deputados usassem a palavra e com isso não se alcançasse o quórum necessário para iniciar a sessão. 

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Reagindo à tática da oposição, a base aliada e o próprio presidente da República passaram a acionar deputados da base, mesmo os que votariam contra o governo, para marcarem presença na sessão. Os governistas estavam confiantes de que alcançariam o número mínimo de presentes e também os 172 votos necessários para impedir o início da investigação.

Início da sessão

A sessão destinada à apreciação do parecer de Andrada teve início por volta das 9h, quando falaram o relator e os advogados de defesa dos três acusados. Em seguida, menos de 20 oposicionistas fizeram o uso da palavra defendendo a rejeição do relatório e, com isso, o debate foi dominado pelos aliados do governo.

Na primeira sessão do dia da Câmara, apenas 332 deputados marcaram presença, número insuficiente para iniciar a votação. A oposição comemorou o feito no Salão Verde, estampando faixas e cartazes pedindo a saída de Temer. O líder da minoria, deputado Jose Guimarães (PT-CE), parabenizou os colegas da oposição que não registraram presença no plenário.

“Nós tivemos uma vitória espetacular. O PT, PDT, Psol, PCdoB, Rede, Avante, PHS, PPS, Rede, vários partidos que mesmo com uma ou outra divergência nós conquistamos uma vitória extraordinária contra o governo. Nós seguramos, tiramos leite de pedra. Foram 191 deputados que não marcaram presença”, disse.

Enquanto a oposição comemorava, chegou ao plenário a notícia da internação do presidente Michel Temer. Com isso, os opositores ao governo insistiram, sem sucesso, no cancelamento da sessão. Apesar dos apelos, a sessão prosseguiu após as 14h, com o quórum aumentando lentamente.

Mesmo sob tensão, as lideranças do governo tentavam amenizar o clima e acalmar os aliados mostrando que o presidente passava bem e que era apenas uma pequena complicação urológica. O deputado Beto Mansur (PRB-SP), um dos principais articuladores do governo, reiterou que a situação estava sob controle e que a votação seria tranquila com vitória folgada do Planalto.

No meio da segunda sessão, Rodrigo Maia (DEM-RJ) ameaçou encerrar os trabalhos com o argumento de que não haveria deputados suficientes na Casa para iniciar a votação. “Esse debate só desgasta a Casa. Eu vou esperar mais um tempo e vou encerrar. Estou aqui desde 9h colaborando para que essa votação ocorra hoje”, afirmou. Poucos minutos depois, deputados de partidos da base aliada do governo que ainda não haviam registrado presença compareceram ao plenário e o quórum de 342 deputados foi alcançado.

"Atrasar essa votação é atrasar o Brasil”, disse o líder do governo, Agnaldo Ribeiro (PP-PB), ao apelar para que o quórum fosse atingido. Logo que chegou-se ao mínimo de 342 deputados, os oposicionistas marcaram presença e fizeram uso da palavra para pedir o afastamento do presidente Michel Temer. Compareceram à Câmara nesta quarta-feira 487 dos 513 deputados.

A denúncia

No dia 14 de setembro, o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot apresentou ao STF a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer. Em junho, Janot já havia denunciado o presidente pelo crime de corrupção passiva. Desta vez, Temer foi acusado de liderar uma organização criminosa desde maio de 2016 até 2017. De acordo com a denúncia, o presidente e outros membros do PMDB teriam praticado ações ilícitas em troca de propina, por meio da utilização de diversos órgãos públicos. Além de Temer, foram acusados de participar da organização os integrantes do chamado "PMDB da Câmara": Eduardo Cunha, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima, Rodrigo Rocha Loures, Eliseu Padilha e Moreira Franco. Todos os denunciados negam as acusações.

Com o resultado, o processo fica parado enquanto Michel Temer estiver no exercício do mandato de presidente da República, ou seja, até 31 de dezembro de 2018.

Sem repasses, HU da UFPB passa por crise

Relatos de médicos chegaram ao Blog revelam uma situação de penúria no Hospital Universitário Lauro Wanderley, da UFPB, em João Pessoa.

Ontem, por exemplo, faltaram insumos básicos. De esparadrapo, a medicamentos e fios de sutura, o que levou a suspensão de cirurgias.

Em contato com o Blog, o superintendente interino do Hospital, Ângelo Melo, admitiu os atrasos de repasses financeiros do Governo Federal e da Prefeitura de João Pessoa, mas negou crise e cancelamento de procedimentos.

“Devido a atrasos de repasses financeiros ao HU, estamos com falta de alguns insumos, mas não são todos os itens que você mencionou. Os procedimentos foram realizados normalmente”, refutou.

“Todavia, com a descentralização de recursos que foi publicada no Diário Oficial da União, ontem, começaremos a normalizar a rotina. Esses recursos devem estar aptos para empenho nos próximos dias”.

O que fica claro com a explicação? O problema existe.

Forças Armadas não são imunes à corrupção, apontam sites e revistas políticas

Sempre que o caos se instala na Cidade, para usar um termo caro à filosofia, a população busca a solução na voz de um líder messiânico. Ou então, numa postura mais radical, defende o aquartelamento da democracia e a proteção das Forças Armadas. A justificativa simplista é de que no Exército, em função do rigor de suas regras, não tem corrupção e seus integrantes são mais honestos e atuam apenas com o objetivo de garantir a ordem e a segurança da Nação.

Seria bom se fosse assim, se tivesse alguma instituição imune à corrupção, mas não é. Afinal, a corrupção é algo inerente ao ser humano, independente de profissão ou posto que ele ocupe na sociedade. Quem duvida, basta pesquisar na Internet em matérias divulgadas no final da semana passada. Há informações como essas: “MPM e TCU denunciam corrupção nas Forças Armadas no valor de mais de R$ 30 milhões” ou “Há 255 processos por peculato e 60 por corrupção ativa contra oficiais do Exército, da Marinha e da Aeronáutica”.

Segundo relatos da revista Época, um dos casos de corrupção envolve os coronéis Exército Odilson Riquelme e Francisco Monteiro. O Ministério Público Militar descobriu que dois cheques, “no valor total de R$ 37.373” (representando 10% dos contratos), foram depositados na conta-corrente do coronel Riquelme “entre maio de 2009 e março de 2010”. “Os depósitos” — feitos pela empresa Sequipe, prestadora de serviços de quimioterapia ao Hospital Militar de Área de Recife (HMAR) — se repetiram” noutros meses. Os contratos estavam sob a responsabilidade de Riquelme. O Ministério Público apurou que “o dinheiro — 205 mil reais no total — havia sido pedido à empresa pelo então diretor do HMAR, coronel Francisco Monteiro. Este contrapôs que eram “‘doações’ para o hospital”. O Ministério Público descobriu, porém, que o dinheiro foi depositado “em contas dos militares e de pessoas ligadas a eles, não no caixa do hospital”.

Já inquérito do Ministério Público Militar investigou irregularidades supostamente cometidas pela gestão do coronel médico Theophilo José da Costa Neto na direção do Hospital de Guarnição de Natal. Mesmo sob investigação, o médico foi nomeado para dirigir o Hospital Militar de Área de Porto Alegre. “O MPM denunciou o caso de Natal em julho de 2016. Theophilo, dois militares e dois civis foram acusados de participar de fraudes em licitação e superfaturamento de contratos da empresa Tratorlink, com prejuízo estimado em 975 mil reais. Em 2011, o Hospital de Guarnição de Natal lançou um pregão eletrônico para contratar empresa especializada em ‘serviço de manutenção e conservação de bens imóveis’. Só duas empresas concorreram com preços semelhantes, e a Tratorlink venceu. Segundo a investigação, o valor do contrato, de 1,1 milhão de reais, estava superfaturado.”

As notícias acima transcritas não significam, claro, que as Forças Armadas são corruptas. Mas que tais instituições, assim como todas as demais existentes no mundo, são comandadas por homens que podem corromper ou serem corrompidos.

Linaldo Guedes

Relator da PEC do fim do foro privilegiado, Efraim Filho admite que decisão deve ficar para 2018

Por: Blog do Gordinho

Relator da proposta que acaba com o foro privilegiado por prerrogativa de função para autoridades dos Três Poderes na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, o deputado federal Efraim Filho (DEM-PB) admitiu que a medida só deva chegar ao plenário da Câmara dos Deputados em 2018.

O parecer do paraibano foi favorável ao fim do foro. Ele defende agora que o tema seja prioridade na comissão.

“Acredito que em 2017 conseguiremos avançar na CCJ. Meu parecer já é favorável ao fim do foro privilegiado e está para ser analisado. Após a aprovação, o tema segue para uma comissão especial e posteriormente para o plenário. Acredito que essa última parte fica para o ano que vem. Importante é iniciar em 2017 essa marcha, que é uma das grandes demandas da sociedade. O foro passa uma imagem de impunidade”, comentou.

Em maio, o Senado aprovou às pressas, por unanimidade, a Proposta de Emenda à Constituição 10/13, que extingue o foro para crimes comuns, com exceção aos presidentes dos três poderes. Desde então, a PEC anda lentamente na Câmara dos Deputados.

Se chegar à Câmara, a proposta tem de obter no plenário o voto de, no mínimo, 308 parlamentares, em dois turnos. Caso haja alterações no texto, a matéria retorna ao Senado, ou seja, a chance de ser apreciada ainda neste ano é praticamente nula.

Denúncia contra Temer

Líder do DEM na Câmara Federal, o deputado Efraim Filho informou que a bancada do partido se reúne na próxima terça-feira (24), para tratar da posição da legenda no caso da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB).

Na última semana, o paraibano criticou o peemedebista, sob a acusação de o presidente colocar a agenda do partido a frente da agenda do país.

Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República por obstrução de justiça e organização criminosa.

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