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Veja doze dicas para se dar bem na segunda parte do ENEM

A segunda parte do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é no próximo domingo. Na Paraíba 140.161 estudantes compareceram aos locais de prova na primeira etapa do exame. Nesse momento importante é bom estar sempre preparado, e para ajudar nessa tarefa, a psicopedagoga especialista em gestão escolar e educação, Ana Regina Caminha Braga, separou doze dicas para ajudar em todo esse processo. 

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“As dicas para os alunos que participarão do ENEM têm o objetivo de minimizar a ansiedade ocasionada pelo momento repleto de expectativas, sonhos de uma nova etapa a ser iniciada e também de vários receios”, comenta.

O aluno precisa ter algumas informações em mente para o dia da prova:

1. Documentos são importantes

Separar os documentos necessários para realizar a prova dias antes para não os esquecer. Isso evita estresse demasiado no momento de entrar do local.

2. Programe-se!


Esteja programado para chegar pelo menos 30 minutos antes do portão abrir para que você se familiarize com o ambiente, e assim que os portões estiverem abertos, caminhe com calma, respire fundo e se concentre.

3. Escolha um bom lugar na sala

Escolha o lugar mais ventilado da sala, se possível. Não mantenha a cabeça muito baixa para evitar cansaço no corpo.

4. Tenha várias canetas, você pode precisa

Lembrar de levar várias canetas e testar antes. Caso necessário, você tem tempo hábil para trocar. Não deixe para comprar no dia.

5. Coma bem!

Tomar um bom café da manhã. Comida leve, mas rica em frutas (banana), proteína (ovo, queijo branco) e tomar bastante líquido para hidratar o corpo.

6. Água é importante, mas não tome demais.

A água deve ser seu acompanhante na prova, pois ela refresca. Cuidado apenas para não tomar em demasia e interromper várias vezes a prova para ir ao banheiro.

7. Vá ao banheiro se precisar.
Ir ao banheiro se houver necessidade é preciso, pois faz parte do nosso organismo. Esteja preparado para a pausa e não causar estresse.

8. Leia com atenção.

No momento da prova leia com atenção as questões. Reflita antes de realizar sua escolha.

9. Comece pelo que sabe.

Comece a prova pelas questões que você sabe responder. Isso motiva e aproveita o tempo disponível.

10. Cuidado com o gabarito.


Cuidado com ao preencher o gabarito para não ter equívocos na hora de assinalar, normalmente ele só é impresso uma única vez, e se você erra pode não conseguir arrumá-lo e perder a questão.

11. Confira sua prova!

Se programe para conferir assim que finalizar todas as questões para ter certeza que todas foram respondidas.

12. Acredite em você


Você é capaz! Tenha essa frase na cabeça. Você consegue. Você se dedicou e estudou o ano todo e se preparou para esse momento. Só você saberá o conteúdo e assim responderá a prova da melhor maneira possível.

Para finalizar, a especialista lembra que apesar de parecer difícil, com estudo e organização, podemos sim, fazer uma boa prova e conseguir bons resultados. “Dias de prova são sempre mais difíceis, temos que saber o conteúdo, cuidar dos detalhes e ainda tentar manter a calma. O ENEM como todo exame assusta, mas não é um bicho de sete cabeças. Mantenha a cabeça tranquila, lembre-se do que é importante e com essas dicas você com certeza fará uma boa prova”, completa Ana Regina.

Jovens mostram desinteresse por política e só votam porque é obrigatório

Em tempos de crise moral e ética da classe política, onde cada vez mais a população se distancia das discussões político-partidárias, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tenta incentiva o jovem para a importância do 1º voto. Tanto que desde o dia 28 de outubro estão sendo veiculadas campanhas de conscientização nos meios de comunicação.

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Atualmente o voto é obrigatório a partir dos 18 anos, mas aqueles que possuam mais de 16 anos podem tirar o título eleitoral. O voto também é facultativo para os maiores de 70 anos e aos analfabetos.

De acordo com o TSE, atualmente a Paraíba possui 47.043 eleitores com idade entre 16 anos e 17 anos aptos a votar no estado. Esse quantitativo daria para eleger, por exemplo, de dois a três deputados estaduais no pleito de 2014.

Para tentar entender como os adolescentes e jovens pensam a política e se sentem estimulados a votar, o Portal Correio foi até o Lyceu Paraibano, uma das escolas públicas mais tradicionais do estado, para conversar sobre o assunto.

A aluna Amanda Thuanny, de 17 anos, disse ter tirado o título eleitoral há pouco tempo e preferiu não exercer o direito de voto aos 16 por não entender muito do assunto. Ela revelou não ver necessidade de solicitar o documento antes, já que trata-se de algo facultativo.

Camila Freitas, de 19 anos, se mostrou desestimulada por conta da atual situação vivida no país. A estudante revelou que a onda de corrupção faz com que ela tenha a sensação de não poder acreditar em nenhum político. “Nenhum me passa confiança, infelizmente a política se tornou algo muito sujo, onde só se vê corrupção e falcatruas”, comentou.

Já Sttefany Sophia, de 18 anos, revelou que não providenciou a retirada do título. Ela confessou que a falta de interesse em política pesou para que isso acontecesse. A estudante disse que só vai solicitar o título por conta das implicações que a falta do documento lhe trará. “Como penso em tirar o passaporte e também fazer concursos públicos terei que tirar o título, mas o que vejo na política é muita hipocrisia”, observou.

Atualmente mais de 2,9 milhões de eleitores estão aptos a votar na Paraíba.

Jovens mostram desinteresse por política e só votam porque é obrigatório

Em tempos de crise moral e ética da classe política, onde cada vez mais a população se distancia das discussões político-partidárias, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tenta incentiva o jovem para a importância do 1º voto. Tanto que desde o dia 28 de outubro estão sendo veiculadas campanhas de conscientização nos meios de comunicação.

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Atualmente o voto é obrigatório a partir dos 18 anos, mas aqueles que possuam mais de 16 anos podem tirar o título eleitoral. O voto também é facultativo para os maiores de 70 anos e aos analfabetos.

De acordo com o TSE, atualmente a Paraíba possui 47.043 eleitores com idade entre 16 anos e 17 anos aptos a votar no estado. Esse quantitativo daria para eleger, por exemplo, de dois a três deputados estaduais no pleito de 2014.

Para tentar entender como os adolescentes e jovens pensam a política e se sentem estimulados a votar, o Portal Correio foi até o Lyceu Paraibano, uma das escolas públicas mais tradicionais do estado, para conversar sobre o assunto.

A aluna Amanda Thuanny, de 17 anos, disse ter tirado o título eleitoral há pouco tempo e preferiu não exercer o direito de voto aos 16 por não entender muito do assunto. Ela revelou não ver necessidade de solicitar o documento antes, já que trata-se de algo facultativo.

Camila Freitas, de 19 anos, se mostrou desestimulada por conta da atual situação vivida no país. A estudante revelou que a onda de corrupção faz com que ela tenha a sensação de não poder acreditar em nenhum político. “Nenhum me passa confiança, infelizmente a política se tornou algo muito sujo, onde só se vê corrupção e falcatruas”, comentou.

Já Sttefany Sophia, de 18 anos, revelou que não providenciou a retirada do título. Ela confessou que a falta de interesse em política pesou para que isso acontecesse. A estudante disse que só vai solicitar o título por conta das implicações que a falta do documento lhe trará. “Como penso em tirar o passaporte e também fazer concursos públicos terei que tirar o título, mas o que vejo na política é muita hipocrisia”, observou.

Atualmente mais de 2,9 milhões de eleitores estão aptos a votar na Paraíba.

Nível de CO2 na atmosfera em 2016 foi o mais alto em 800 mil anos

concentração média global de dióxido de carbono (CO2) voltou a crescer e bateu novos recordes em 2016, com o mais alto nivel nos últimos 800 mil anos, informa boletim divulgado pela WMO (World Meteorological Organization) nesta segunda-feira (30). Segundo a organização, o aumento nos níveis de concentração do gás nos últimos 70 anos não tem precedentes na história da humanidade.

As concentrações de CO2 são agora 145% mais altas que níveis pré-industriais (antes de 1750): elas atingiram 403,3 partes por milhão em 2016, ante 400,00 ppm em 2015 devido a uma combinação de atividades humanas e uma forte presença do El Niño.

O aumento da concentração de CO2 e de outros gases com efeito de estufa têm o potencial de iniciar mudanças significativas nos sistemas climáticos, levando a “graves interrupções ecológicas e econômicas”, afirmou o relatório.

O crescimento da população, as práticas agrícolas, o aumento do uso da terra e o desmatamento, a industrialização e o uso de energia a partir de fontes de combustíveis fósseis contribuíram para aumentar as concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera desde a era industrial, a partir de 1750.

“Sem cortes rápidos nas emissões de CO2 e nas outras emissões de gases de efeito estufa, estaremos indo para aumentos de temperatura perigosos até o final deste século, muito acima do objetivo estabelecido pelo acordo de mudança climática de Paris”, disse o secretário-geral da WMO, Petteri Taalas, em nota. “As futuras gerações herdarão um planeta muito mais inóspito”, disse.

O Acordo de Paris, assinado por 195 países, assumiu o compromisso de manter o aumento da temperatura abaixo de 2ºC — o acordo, no entanto, sofreu um forte abalo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgar que o país deixaria o acordo.

“Temos muitas das soluções já para resolver este desafio. O que precisamos agora é a vontade política global e um novo senso de urgência “, disse Erik Solheim, chefe do grupo de meio ambiente da ONU, em nota.

O relatório divulgado espera causar impacto nas negociações das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que serão realizadas de 7 a 17 de novembro em Bonn, na Alemanha.

G1

Leilão do pré-sal pode ocorrer até o fim do dia se liminar de juiz for derrubada

Petroleiras privadas poderão disputar sozinhas áreas do pré-sal pela 1ª vez. AGU recorreu da decisão e ANP aguarda decisão para iniciar pregão ainda nesta sexta-feira

Créditos: Arte/G1

O juiz da 3ª Vara Federal Cível da Justiça Federal do Amazonas, Ricardo Augusto de Sales, concedeu liminar (decisão provisória) na noite desta quinta-feira (26) suspendendo a 2ª e a 3ª rodadas dos leilões do pré-sal marcadas para esta sexta (27), no Rio de Janeiro.

A assessoria da Advocacia-Geral da União (AGU), órgão responsável pela defesa do governo federal na Justiça, informou que o órgão já recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região e espera uma decisão ainda na manhã desta sexta.

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) disse que a programação do leilão está mantida, mas que ele só será iniciado quando a liminar for derrubada. Os participantes estão chegando e tomando seus lugares. A ANP disse que aguardará uma decisão até o fim da tarde de hoje.

Na ação, o advogado Wallace Byll Pinto Monteiro, representante do Sindicato dos Petroleiros do Amazonas (Sindipetro-AM), afirma que o leilão traz lesão ao patrimônio público por acarretar perda de receita tributária e pelo fato de o governo abdicar de explorar as reservas de petróleo para desenvolvimento da indústria nacional e geração de emprego e renda.

O advogado questiona os valores de bônus de assinatura (montante pago no fechamento do contrato), que são menores que os do primeiro leilão do pré-sal, realizado em 2013. Segundo ele, houve distorção e rebaixamento de valores.

Para as 4 áreas a serem licitadas na 2ª Rodada do Pré-Sal é de R$ 3,4 bilhões, e na 3ª Rodada, esse bônus é de R$ 4,35 bilhões, totalizando R$ 7,75 bilhões, pouco mais da metade da licitação da 1ª rodada, que ofertou o campo de Libra, e teve bônus de R$ 15 bilhões.

Na decisão, o juiz decidiu pela suspensão para afastar "qualquer possibilidade de ocorrência de danos ao patrimônio público". Veja a íntegra da decisão do juiz.

O leilão

As petroleiras privadas podem disputar sozinhas pela primeira vez um leilão para a exploração do pré-sal brasileiro em áreas nas Bacias de Santos e Campos. Serão ofertados 8 blocos na 2ª e 3ª Rodadas de Partilha de Produção, realizadas quatro anos após a única licitação já feita para exploração do pré-sal.
Ao todo, há 16 petroleiras inscritas para participar da disputa (veja abaixo a lista completa).
A ANP considera que todos serão arrematados e, assim, a União arrecadará R$ 7,75 bilhões com os bônus - o valor pago no momento da assinatura do contrato. Se todos os blocos forem vendidos, a arrecadação da União será o dobro do valor obtido com os 37 blocos arrematados na 14ª rodada de licitações.
O leilão ocorre após a mudanças nas regras do regime de partilha de produção, que rege as áreas dentro do polígono do pré-sal. Antes a Petrobras era obrigada a ser a controladora de todas as áreas do pré-sal, com participação mínima de 30% nos consórcios formados para a exploração. Os estrangeiros que quisessem participar precisavam, necessariamente, ser sócios da Petrobras e não poderiam ser operadores da área.
A regra foi alterada pelo Congresso, a pedido da própria estatal que, endividada, considerou não ter condições de investir na exploração de todas as áreas.
Com a mudança na regra, a Petrobras passou a ter o direito de preferência nos leilões e a ter participação mínima de 30% na área que não arrematar.
No regime de partilha, a União e a empresa contratada para explorar uma área partilham o chamado excedente em petróleo e o gás natural daquela área. Esse excedente é o volume de petróleo ou gás que resta após descontar os custos da exploração e investimentos.
Ganha a concessão a empresa que oferecer o maior volume de óleo à União. Há valores mínimos previstos no edital, que variam de 10,34% a 22,87%, e as empresas vão oferecer valores maiores ou iguais a esses para ficar com os blocos.
Nessas rodadas, a ANP reduziu o percentual mínimo de óleo cobrado das empresas. No leilão de Libra em 2013, a maior reserva do pré-sal já descoberta, apenas o consórcio da Petrobras fez oferta e propôs o valor mínimo, de 41,65%.
Além da produção futura, o vencedor da concessão paga um bônus de assinatura, que é um montante pago no fechamento do contrato e tem valor fixo. Ao todo, os bônus dos 8 blocos somam R$ 7,75 bilhões.
Para reduzir as chances de que algum dos blocos não seja arrematado, a ANP fará uma nova oferta ao final de cada rodada.
A previsão da ANP é de que os oito blocos oferecidos nas duas rodadas gerem cerca de US$ 36 bilhões em investimentos para o país. Além disso, o desenvolvimento das reservas deve gerar cerca de US$ 130 bilhões em royalties, óleo-lucro e imposto de renda.
Petrobras tem direito de preferência em 3 áreas
Dos oito blocos ofertados nesta rodada de licitações, a Petrobras manifestou preferência por três deles: Sapinhoá (pedaço do segundo maior campo brasileiro), Peroba e Alto de Cabo Frio Central. Isso significa que caso ela não consiga arrematar estas áreas, poderá exercer o direito de se associar às empresas vencedoras e vir a atuar como operadora e ainda ter uma participação mínima de 30% no consórcio.
Na quinta-feira (26), o presidente da petroleira, Pedro Parente, afirmou ao Jornal da Globo que a empresa será "seletiva", mas "firme" nas propostas que fará pelas áreas que lhe interessam.
Durante o leilão, a Petrobras terá prazo de 30 minutos para exercer o direito de preferência e decidir se integrará o consórcio com a licitante vencedora. Caso a estatal decida não integrar o consórcio, a vencedora assumirá 100% da participação no bloco licitado.
Petroleiras concorrentes
Ao todo, 16 empresas foram habilitadas a participar das novas rodadas de licitação – 10 concorrem às áreas ofertadas na 2ª Rodada, e 14 nas áreas da 3ª Rodada - algumas petroleiras estão inscritas para ambas as rodadas.
De acordo com a ANP, 14 são estrangeiras e apenas uma, a Petronas, ainda não possui contrato para exploração e produção de petróleo e gás natural no Brasil.
O especialistas no setor esperam uma disputa acirrada. Tal expectativa se deve ao resultado da 14ª Rodada, realizada em setembro. Os blocos com maior oferta foram os localizados em áreas adjacentes ao pré-sal na Bacia de Campos, na chamada “franja do pré-sal".
Dois blocos da área foram arrematados por R$ 3,4 bilhões pelo consórcio firmado entre a Petrobras e a norte-americana ExxoMobil. Segundo a ANP, o ágio foi de 1.556%, o que garantiu "o maior bônus de assinatura total da história" em um leilão de concessão.
O alto lance feito pelos dois blocos na área próxima ao pré-sal sugere que as petroleiras que pretendem explorar as águas profundas calibrem melhor suas ofertas. Estas duas rodadas, no entanto, têm dinâmica diferente da anterior, feita no modelo de concessão.
Empresas habilitadas para as duas rodadas
Dez empresas estão habilitadas a apresentar ofertas na 2ª Rodada de Partilha do Pré-Sal:
ExxonMobil Exploração Brasil Ltda.- Habilitada (Operadora A) - Estados Unidos
Petrogal Brasil S.A. - Habilitada (Não Operadora) - Portugal
Petróleo Brasileiro S.A.- Habilitada (Operadora A) - Brasil
Petronas Carigali SDN BHD - Habilitada (Operadora A) - Malásia
Repsol Sinopec Brasil S.A. - Habilitada (Operadora A) - Espanha
Shell Brasil Petróleo Ltda.- Habilitada (Operadora A) - Reino Unido
Statoil Brasil Óleo e Gás Ltda.- Habilitada (Operadora A) - Noruega
Total E&P do Brasil Ltda.- Habilitada (Operadora A) - França
Chevron Brazil Ventures- Habilitada (Operadora A) - Estados Unidos
OP Energia - Habilitada (Operadora A) - Brasil
14 empresas estão habilitadas para a 3ª Rodada:
BP Energy do Brasil Ltda.- Habilitada (Operadora A) - Reino Unido
CNODC Brasil Petróleo e Gás Ltda.- Habilitada (Não Operadora) - China
ExxonMobil Exploração Brasil Ltda.- Habilitada (Operadora A) - Estados Unidos
Petrogal Brasil S.A. - Habilitada (Não Operadora) - Portugal
Petróleo Brasileiro S.A.- Habilitada (Operadora A) - Brasil
QPI Brasil Petróleo Ltda.- Habilitada (Não Operadora) - Catar
Petronas Carigali SDN BHD - Habilitada (Operadora A) - Malásia
Repsol Exploración S.A.- Habilitada (Operadora A) - Espanha
Shell Brasil Petróleo Ltda.- Habilitada (Operadora A) - Reino Unido
Statoil Brasil Óleo e Gás Ltda. - Habilitada (Operadora A) - Noruega
Total E&P do Brasil Ltda. - Habilitada (Operadora A) - França
Chevron Brazil Ventures- Habilitada (Operadora A) - Estados Unidos
CNOOC Petroleum Brasil - Habilitada (Operadora A) - China
Ecopetrol S.A. - Habilitada (Não operadora) - Colômbia
Entenda o que são as rodadas de licitação
Estão previstas oito rodadas para conceder áreas de exploração de petróleo e gás até 2019, incluindo a segunda e a terceira. Segundo a ANP, além dos leilões, haverá oferta permanente de áreas de exploração ao longo deste período.
Com os nove leilões previstos, o governo espera investimentos de US$ 80 bilhões, a perfuração de mais 300 poços marítimos, mais 10 bilhões de barris recuperáveis, em torno de US$ 100 bilhões em royalties, 17 novas unidades de produção, além de mais 2 milhões de barris de petróleo produzidos por dia ao longo da duração dos contratos.
Desde 1998, cabe exclusivamente à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) promover a expansão das atividades de exploração e produção de petróleo e gás. As Rodadas de Licitações são o único meio legal que o governo tem para conceder o direito de exercício das atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural no Brasil.

Regime misto
Desde 2010, vigora no Brasil o regime regulador misto para a exploração e produção de petróleo e gás natural. Nas áreas do polígono do pré-sal e outras áreas que sejam consideradas estratégicas, o governo estabeleceu o regime de partilha da produção. Para todo o restante do território nacional - cerca de 98% da área total das bacias sedimentares brasileiras –, vigora o regime de concessão.
No regime de partilha, a União e a empresa contratada para explorar uma área dividem o petróleo e o gás natural extraídos daquela área. O volume de petróleo e/ou gás restante, depois do descontados os investimentos e custos de exploração, é o excedente em óleo, que é então repartido entre União e contratada dentro da proporção acertada no leilão, que também paga royalties relativos à sua parcela da produção.
Já no regime de concessão, a empresa ou o consórcio contratado pela União assume o risco exploratório. Isso significa que o risco de investir e, eventualmente, não se encontrar petróleo ou gás natural na área licitada é da empresa concessionária. Em contrapartida, caso encontre o óleo e o gás, a empresa fica com todo o produto da área concedida. Neste modelo, a empresa paga ao governo uma taxa para explorar a área, royalties e, em caso de campos de grande produção, a participação especial.
Segundo a ANP, o regime de partilha é o mais comum nos países e/ou áreas detentoras de grandes reservas e com grande volume de produção.
 

G1

TRF-5 prorroga para a próxima terça-feira as inscrições em concurso com vagas na Paraíba

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) prorrogou desta sexta (27) para a terça-feira (31) as inscrições para concurso público com 14 vagas para analista judiciário e técnico judiciário da instituição. A nova data foi divulgada às 9h22 desta sexta. Uma vaga será reservada para candidatos negros. Já para os candidatos com deficiência também serão garantidos 5% dos cargos. De acordo com o edital, para a Paraíba estão previstas três vagas. A organização e a realização do processo seletivo serão de responsabilidade da Fundação Carlos Chagas (FCC).

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Além das oportunidades, também há previsão para formação de cadastro reserva de servidores na sede do TRF5 (Recife-PE) e nas seções judiciárias dos estados de Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Rio Grande do Norte, Ceará e Sergipe. 

O prazo de validade do concurso será de dois anos a contar da data da publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por igual período, a critério do TRF 5ª Região.

Das 14 vagas oferecidas, três são para o cargo de Analista Judiciário da Área Judiciária, da Seção Judiciária em Pernambuco, sendo uma dessas vagas garantida ao candidato negro, em caso de aprovação. Duas outras vagas estão destinadas para ao cargo de Analista Judiciário Especialidade Informática/Infraestrutura nas Seções Judiciárias de Pernambuco e de Alagoas. Também estão abertas duas vagas para o cargo de Analista Judiciário Especialidade Medicina (Clínica Geral) nas Seções Judiciárias de Pernambuco e do Ceará. Para o cargo de Analista Judiciário Especialidade Contadoria está sendo ofertada uma vaga na Seção Judiciária de Pernambuco.

Outras cinco vagas disponíveis são para o cargo de Técnico Judiciário da Área Administrativa, nas seguintes Seções Judiciárias: Pernambuco (2); Paraíba (2) e Rio Grande do Norte (1). Há, ainda, uma vaga para Técnico Judiciário da Área Administrativa Especialidade Segurança e Transporte para a Seção Judiciária na Paraíba.

A remuneração inicial para o cargo de Técnico Judiciário (nível médio) é de R$ 6.376,41 e, para o cargo de Analista Judiciário (nível superior), de R$ 10.461,90. Também será acrescido um montante de R$ 884,00, referente ao auxílio-alimentação.

As inscrições serão realizadas exclusivamente pela Internet, a partir das 10h do dia 02/10/2017 até as 14h do dia 27/10/2017 (horário de Brasília), no endereço eletrônico para www.concursosfcc.com.br. A taxa de inscrição varia de acordo com o cargo desejado, sendo R$ 60,85 para Técnico Judiciário e R$ 70,85, para cargos de Analista Judiciário.

As provas Objetivas e Discursivas (redação ou estudo de caso) estão previstas para acontecer no dia 03/12/2017. Elas serão aplicadas pela manhã, para cargos de Técnico Judiciário (todas as áreas/especialidades), e, à tarde, para os cargos de Analista Judiciário. A prova de capacidade física para o cargo de Técnico Judiciário Especialidade Segurança e Transporte ocorrerá apenas em 2018.

As provas Objetiva, Discursiva e Prática serão realizadas nas capitais Recife, João Pessoa, Natal, Fortaleza, Maceió e Aracaju, conforme opção de Estado de classificação indicada pelo candidato, no ato da inscrição.

A confirmação da data e as informações sobre horários e locais serão divulgadas oportunamente, por meio de Edital de Convocação, tanto no Diário Eletrônico da Justiça Federal da 5ª Região – Edição Administrativa (www.trf5.jus.br) quanto no site da Fundação Carlos Chagas, e por meio dos Cartões Informativos, que serão encaminhados aos candidatos via correio eletrônico (e-mail). Para tanto, é fundamental que o endereço eletrônico constante no Formulário de Inscrição esteja completo e correto.

* Matéria atualizada para informar sobre a prorrogação das inscrições do concurso. 

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