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ESPORTES

Com Botafogo na final, Atlético de Cajazeiras garante vaga na Série D e fica de olho na Copa do Brasil

  Com a vitória do Botafogo neste domingo (14) em João Pessoa, jogo que levou o time da capital paraibana para a grande final do Campeonato Paraibano contra o Campinense, o Atlético de Cajazeiras, terceiro colocado na competição estadual, garantiu vaga na quarta divisão do Campeonato Brasileiro, a famosa Série D.

 

Nas redes sociais do clube sertanejo, os diretores comemoram a classificação e sonham mais alto em 2020.

Caso o Botafogo seja campeão da Copa do Nordeste, possivelmente o Trovão Azul do Sertão garanta vaga também na Copa do Brasil. Pelos critérios técnicos, os finalistas do Paraibano, Botafogo e Campinense estão classificados para a mais premiada competição nacional, mas o clube sertanejo pode ser a terceira equipe do estado.

Sendo o Belo campeão do nordeste, o time de João Pessoa eleva sua pontuação no ranking da CBF e consequentemente garante vaga na Copa do Brasil, sobrando mais uma vaga para Paraíba.

Na Copa do Brasil, a Confederação Brasileira de Futebol - CBF diz que os campeões e vices de cada estado tem vaga garantida, bem como os mais bem classificados no ranking da instituição. 

Resenha Politika    

Palmeiras é campeão brasileiro de 2018

Com a vitória sobre o Vasco por 1 a 0 na tarde deste domingo no Rio de Janeiro, o Palmeiras é o campeão brasileiro de 2018. O time chega a 77 pontos no Campeonato Brasileiro e não pode ser mais ultrapassado pelo Flamengo, segundo colocado. O gol do Palmeiras foi feito por Deyverson no segundo tempo.

O Flamengo venceu o Cruzeiro em Belo Horizonte por 2 a 0, com dois gols de Éverton Ribeiro. Apesar da vitória, o time carioca só pode chegar a 75 pontos na última rodada, valor insuficiente para alcançar o Palmeiras.

França domina Croácia, consagra nova geração e é bicampeã mundial da Copa

Danilo Lavieri, Dassler Marques, Luiza Oliveira, Marcel Rizzo, Pedro Ivo Almeida e Rodrigo Mattos Do UOL, em Moscou (Rússia) 15/07/2018 13h53

O surgimento de tantos bons jogadores franceses nos últimos anos não poderia passar em branco. Neste domingo (15), liderada por Varane, Griezmann, Pogba e Mbappé, a França referendou seu trabalho com uma final irretocável, contra a Croácia no Luzhniki Stadium, vencida por 4 a 2. Assim como em 1998, a bola parada foi fundamental na decisão de Moscou.  

Mandzukic (contra) e Griezmann, na etapa inicial, fizeram para a França, que ainda contou com gols de Pogba e da sensação Mbappé em uma final cheia de bolas na rede. Perisic e o mesmo Mandzukic, agora a favor, anotaram para os vice-campeões.

Diante de 78 mil torcedores, a França de Didier Deschamps, campeão como treinador e jogador como Zagallo e Beckenbauer, confirmou tempos incríveis, com destaques (ainda) jovens. Uma década que começou turbulenta com Raymond Domenech e que teve a frustração de perder uma Eurocopa em casa há dois anos se encaminha com um bicampeonato saboroso.

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França leva a segunda Copa do Mundo para a casa, vinte anos depois de Zidane e companhiaImagem: Shaun Botterill/Getty Images

 

O melhor: Griezmann e seu pé esquerdo acabam com a Croácia

 

KAI PFAFFENBACH/REUTERS
 
Griezmann se destacou na decisão sendo novamente decisivo para a FrançaImagem: KAI PFAFFENBACH/REUTERS

 

O homem das bolas paradas decidiu novamente. Griezmann acertou um cruzamento venenoso, que Mandzukic colocou contra as próprias redes, bateu o escanteio e o pênalti que se transformaram no segundo gol e ainda ajeitou para Pogba no terceiro.

O pior: Giroud não brilha mais uma vez

A história de 1998 se repetiu também com os centroavantes. Giroud, assim como Guivarch, passou em branco em mais uma apresentação de apenas suor na decisão da Copa.

França se junta a bicampeões. Leste Europeu segue sem título

Com sua segunda conquista em 20 anos, os franceses se igualaram a Uruguai e Argentina no seleto clube dos bicampeões de mundiais. À frente do país de Zinedine Zidane e Antoine Griezmann, só estão Brasil (5) e Alemanha e Itália (4). Já o Leste Europeu segue a sina de perder finais, como a Tchecoslováquia em 1962 e a Hungria em 1938 e 1954.

Croácia domina a posse. A França leva a melhor pelo alto

 

Kevin C. Cox/Getty Images
 
Jogadas pelo alto fizeram a diferença a favor dos franceses; tendência da Copa apareceu na finalImagem: Kevin C. Cox/Getty Images

 

A etapa inicial em Moscou teve a marca da maior qualidade da Croácia. Foram sete finalizações a uma, 60% de posse de bola, bons lances de Rakitic e Perisic e muito trabalho, principalmente, para Varane, Umtiti e Lloris. Mas na Copa em que a bola parada representa mais de 40% dos gols e empurra principalmente os franceses adiante, assim se decidiu. Um gol contra de Mandzukic, um de Perisic e um pênalti assinalado por Griezmann, sempre com a bola parada na origem, marcaram a decisão.

Oi, sumido

Sumido desde a fase de oitavas de final, o árbitro de vídeo reapareceu justamente na partida mais esperada do Mundial. Néstor Pitana não hesitou em consultar o VAR depois de a bola desviar no braço de Perisic. Imediatamente ao lance, os franceses reclamaram com o árbitro argentino, que interpretou o ato como irregular. A Fifa orientou os juízes a assinalarem a infração, como ocorreu em Dinamarca x Austrália e Portugal x Irã.

Pogba e Mbappé definem no 2º tempo para a França

 

Catherine Ivill/Getty Images
 
Pogba foi decisivo e anotou o quarto gol da França na decisão deste domingoImagem: Catherine Ivill/Getty Images

 

Firmes durante toda a Copa, os croatas não conseguiram proteger a meta no segundo tempo. A França encontrou muitos espaços, sempre com Griezmann como o mais inteligente a ocupa-los. Símbolos de duas diferentes e promissoras gerações francesas decidiram a final: Pogba tentou de direita, mas sorriu quando a bola voltou para a canhota e marcou de fora aos 13min. Mbappé, também de fora da área, fez o quarto aos 19min.

Pixotada de Lloris coloca emoção nos minutos finais

A parada parecia definida para a França, e de fato se provou que estava. Mas, com vantagem de 4 a 1 no placar, o goleiro e capitão Hugo Lloris se permitiu um erro infantil que reacendeu os croatas. Na saída de bola, ele tentou driblar Mandzukic, que tocou com o pé direito na bola e recolocou emoção no Luzhniki.

Mbappé entra em galeria seleta de sub-20 em finais

 

Carl Recine/Reuters
 
Mbappe, um dos grandes destaques da Copa do Mundo, apareceu na finalImagem: Carl Recine/Reuters

 

Com 19 anos e já um dos protagonistas desta Copa do Mundo, Kylian  Mbappé entrou em uma galeria seleta com jogadores dessa idade que atuaram em decisões. Antes dele, só o uruguaio Rubén Morán (50), Pelé (58) e o italiano Bergomi (82) tiveram a oportunidade e não desperdiçaram: tal qual o francês, ficaram com o título. O jovem do PSG ainda entrou no grupo de Pelé como únicos desta categoria a marcarem em uma final.

Se tem decisão, pode chamar o Griezmann

Dois meses depois de anotar uma dobradinha na final da Liga Europa, Antoine Griezmann provou no palco mais alto possível que é um jogador para os grandes momentos. Com um gol de pênalti e participações em mais dois, além de uma atuação realmente boa, brilhou dois anos após ser o melhor da Eurocopa com seis gols e vice-campeão. Já na Rússia, participou de oito dos 12 gols franceses.

Modric tem final apagada. De quem será a Bola de Ouro?

 

Laurence Griffiths/Getty Images
 
Modric saiu como o craque da Copa, mesmo com atuação mais apagada na final do MundialImagem: Laurence Griffiths/Getty Images

 

Com um Mundial incansável e de alto nível, sendo eleito o melhor em campo em três partidas, Luka  Modric não conseguiu levar seu país além do mais que honroso segundo lugar. Vigiado por Kanté durante dois terços do jogo, e N’Zonzi nos 30 minutos finais, não foi o mesmo jogador de outros tempos. A Copa da Rússia deixa a disputa da Bola de Ouro aberta: Mbappé? Cristiano Ronaldo? O próprio Modric? Não há um favorito claro. No Mundial, o croata levou o troféu de craque.

Croácia não consegue subir a montanha pela quarta vez

Os croatas já tinham saído atrás do marcador contra Dinamarca, Rússia e Inglaterra, mas foram atrás da vaga na final com o auxílio de prorrogações e disputas por pênaltis vencidas com o brilho de Subasic. O goleiro não foi tão bem na finalíssima, e ter a desvantagem em duas ocasiões da decisão se mostrou fatal contra um time muito mais desgastado que os franceses. Assim, a Copa segue sem uma vitória de virada desde 1974.

Heróis croatas da semi vivem uma montanha russa no Luzhniki

 

Martin Meissner/AP Photo
 
Herói da semifinal, Mandzukic desviou contra o próprio gol e abriu o placar para a França na decisãoImagem: Martin Meissner/AP Photo

 

Com um desvio de cabeça, Mandzukic se tornou o único jogador da história a marcar contra as próprias redes em uma final de Copa do Mundo. Logo ele, que havia feito o gol da classificação no mesmo Luzhniki, contra a Inglaterra. Herói naquele dia, Perisic viveu uma montanha-russa de emoções ainda maior: ele empatou o jogo contra os franceses, mas viu uma bola bater em seu braço e um pênalti acabou sendo marcado contra a Croácia. O centroavante da Juventus, contudo, recolocou os croatas no duelo ao aproveitar falha incrível de Lloris aos 23min da etapa final, mas a reação parou por aí.

FICHA TÉCNICA
FRANÇA 4 x 2 CROÁCIA

Local: Estádio Luzhniki, em Moscou (Rússia)
Data: 15 de julho de 2018 (domingo)
Horário: 12h (de Brasília)
Árbitro: Néstor  Pitana (Argentina)
Assistentes: Hernan Pablo Maidana e Juan Pablo Belatti (ambos da Argentina)
Cartões Amarelos: Kanté e Hernández (França)

Gols:
FRANÇA: Mandzukic (contra), aos 18min do 1º tempo; Griezmann, aos 37min do 1º tempo; Pogba, aos 13min do 2º tempo, e Mbappé, aos 19min do 2º tempo
CROÁCIA: Perisic, aos 27min do 1º tempo, e Mandzukic, aos 23min do 2º tempo

FRANÇA: Lloris; Pavard, Varane, Umtiti e Lucas Hernández; Kanté (N’Zonzi) e Pogba; Mbappé, Griezmann e Matuidi (Tolisso); Giroud (Fekir).
Técnico: Didier Deschamps.

CROÁCIA: Subasic; Vrsaljko, Lovren, Vida e Strinic (Pjaca); Rakitic e Brozovic; Rebic (Kramaric), Modric e Perisic; Mandzukic.
Técnico: Zlatko Dalic.

Há 60 anos, Pelé marcava pela primeira vez em uma Copa do Mundo; recorde o gol

No dia 19 de junho de 1958, na Suécia, o Rei do Futebol, ainda com 17 anos, deu a vitória ao Brasil ao marcar o único gol da partida contra o País de Gales nas quartas de final daquele mundial

Por GE 19/06/2018 às 14h20

Pelé marcou três vezes na semifinal da Copa de 1958 contra a França (Foto: Agência AFP)

Pelé recebe de cabeça de Didi dentro da área, mata no peito e não devolve para o Príncipe Etíope, como era o esperado. O menino de 17 anos, que estava jogando pela segunda vez uma partida de Copa do Mundo, dá um drible desconcertante em Melvin Charles e manda para o gol.

 

O 10 da Seleção, saltitante, se joga então nas redes, comemorando o seu primeiro gol em uma Copa do Mundo, há exatos 60 anos.

No dia 19 de junho de 1958, Pelé, um jovem de 17 anos e 239 dias, entrou em campo para jogar pela segunda vez uma partida de Copa na Suécia – o primeiro jogo aconteceu contra a União Soviética, quatro dias antes. O adversário era o País de Gales, em confronto válido pelas quartas de final daquele mundial, no estádio Estádio Ullevi, em Gotemburgo.

Em um jogo tenso, em que o Brasil teve dificuldades para quebrar a defesa galesa, Pelé abusou da genialidade ao receber de Didi na área e mandar para o gol, aos 21 minutos do segundo tempo. O balançar das redes do então menino, que estava prestes a virar “Rei do Futebol”, garantiu a vitória por 1 a 0 e a classificação do Brasil para a semifinal.

Este gol solitário de Pelé foi o primeiro dos grandes feitos do nosso eterno camisa 10 na caminhada pelo primeiro mundial. Para a nossa alegria, ele voltaria a marcar contra a França e a Suécia nos jogos finais.

Fontehttps://globoesporte.globo.com/rj/serra-lagos-norte/blogs/10-e-faixa-ou-nao/post/2018/06/19/ha-60-anos-pele-marcava-pela-primeira-vez-em-uma-copa-do-mundo-recorde-o-gol.ghtml

Lewis Hamilton vence GP do Canadá e diminui vantagem de Sebastian Vettel

Felipe Massa foi atingido por Carlos Sainz na primeira volta e não completou a prova.

Lewis Hamilton vence GP Lewis Hamilton é o grande vencedor do GP de Montreal, no Canadá, na tarde deste domingo (11). Com o resultado, o piloto britânico da Mercedez reduz a vantagem de Sebastian Vettel, da Ferrari, apenas quarto colocado em Montreal, na liderança do Mundial de Fórmula 1. Valtteri Bottas, também da Mercedes, e Daniel Ricciardo, da Red Bull, completaram o pódio, ocupando a segunda e terceira posição, respectivamente. 

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Esta foi a sétima etapa das 20 do campeonato e Vettel segue na frente, agora com 141 pontos. Hamilton, por sua vez, chega aos 129, ficando bem próximo do alemão. O finlandês Valtteri Bottas chega a 93 e completa o grupo dos três melhores.

Felipe Massa largou no sétimo lugar do grid e não completou a prova. O brasileiro da Williams viu a sua corrida ser arruinada pelo espanhol Carlos Sainz, da Toro Rosso, logo na primeira volta. O europeu perdeu o controle do carro e atingiu o brasileiro.

A próxima etapa do campeonato está marcada para o próximo dia 25 de junho. A prova será realizada no circuito de rua de Baku, capital do Azerbaijão.

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