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Por Jocivan Pinheiro

02/01/2018 às 15h40 • atualizado em 02/01/2018 às 15h45

 

 

Há exato um ano, um fato acontecido em Cajazeiras, no Alto Sertão da Paraíba, repercutia no mundo inteiro. Durante o velório e o sepultamento do funcionário público Wagner de Lima Figueiredo (34), seu cavalo de estimação chamado Sereno demonstrou reações como se estivesse chorando pela morte do dono.

As imagens da TV Diário do Sertão que mostram Sereno encostando a cabeça no caixão durante o velório e depois relinchando no momento do sepultamento, quando o irmão da vítima fazia um discurso, rodaram em veículos de imprensa do mundo inteiro.

VEJA: TV, jornais e sites internacionais dão destaque em primeira página à emocionante despedida do cavalo Sereno ao seu dono em Cajazeiras

Seu Chico Rufino é quem cuida de Sereno atualmente

Passado um ano da tragédia e do fato curioso, fomos até o sítio Prensa, na zona rural de Cajazeiras, para sabermos como está o animal. Lá conversamos com seu Chico Rufino, conhecido como Chico Cangaia, que é amigo da família de Wagner e se responsabilizou a cuidar do cavalo.

Apesar da forte estiagem que há anos castiga a região, Sereno está bem-cuidado. Mas, segundo seu Chico, o animal não é mais o mesmo em termos de comportamento.

Sereno vive no sírio Prensa, em Cajazeiras

Desde a morte de Wagner, o cuidador observa que Sereno mudou um pouco o comportamento, sobretudo nas vaquejadas. Hoje em dia não demonstra o mesmo vigor dos tempos em que vivia com o dono. “Eu já levei ele a uns bolões, mas ele não faz mais o que fazia, não faz igual”, diz seu Chico, acreditando ser ainda reflexos da ausência de Wagner.

O carinho que o dono tinha pelo cavalo era tão especial que seu Chico garante: “A família não vende nem por um milhão”.

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